A AGRJ entrou em contato com a RioFarmes para dirimir algumas dúvidas que surgiram em associados e pacientes, tendo em vista acontecimentos dos últimos meses.

Primeiro abordamos a parte burocrática, principalmente em relação ao preenchimento de formulários e receitas.

Questionamos sobre a validade de seis meses para retirada de medicações, se não é necessária nenhuma LME ou receita adicional neste período. De acordo com a RioFarmes, as LMEs têm validade de 90 dias a contar da data de solicitação e atendem seis meses de tratamento. Caso haja alteração da dose ou de terapia, um novo jogo de LME/laudo/receita deverá ser apresentado. Durante a pandemia, as renovações de solicitações para pacientes em continuidade de tratamento sem alteração de dose ou terapia são realizadas para mais três meses de tratamento, sem a cobrança de LME/receita comum (receitas de controle especial continuam sendo cobradas).

Também foi informado que a RioFarmes só exige a 1ª folha da LME, não sendo necessárias as três páginas.

Em relação aos medicamentos, na última semana a Associação Mineira dos Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais informou que a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais disponibilizaria o vedolizumabe para tratamento de Retocolite Ulcerativa. Segundo a RioFarmes, não há nenhuma previsão da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro de disponibilizar o vedolizumabe.

Em relação a relatos de pacientes quanto à falta de infliximabe, a RioFarmes informou que não procede a reclamação e que há estoque do medicamento. O que pode ter ocorrido foi algum problema pontual de atraso na entrega.