fonte: Harvard
The Biggest Loser foi um popular reality show que foi exibido na NBC por mais de uma década a partir de 2004. Nele, os participantes com obesidade competiam entre si através de intensos desafios físicos e faziam uma dieta com poucas calorias para ver quem poderia perder a maior porcentagem de peso corporal.
Descobertas anteriores de estudos dos competidores do The Biggest Loser mostraram não apenas que o metabolismo diminui drasticamente após uma perda de peso significativa, mas também que recuperar o peso perdido não restaura o metabolismo de volta aos níveis anteriores à perda de peso. Isso significa que as pessoas que perderam grandes quantidades de peso devem aderir a uma ingestão extremamente baixa de calorias para manter essa perda de peso. Um participante do programa perdeu 239 libras e alcançou um peso de 191 libras, mas seis anos depois, depois de recuperar 100 libras do peso perdido, teve que consumir uma dieta de 800 calorias por dia para manter seu peso.
Novas pesquisas sobre atividade física e taxa metabólica
Um estudo mais recente do mesmo pesquisador visa explicar e interpretar as descobertas do The Biggest Loser à luz de um modelo de conservação de energia. No que ele chama de “modelo restrito de gasto energético humano”, o Dr. Kevin Hall teoriza que, porque os competidores se envolveram em grandes e prolongados períodos de atividade física intensa, seus metabolismos diminuíram substancialmente para reduzir suas taxas metabólicas e, assim, minimizar as mudanças na gasto total de energia. Em outras palavras, seus corpos faziam mudanças compensatórias automáticas para manter o equilíbrio energético.
