{"id":8712,"date":"2019-09-23T11:51:44","date_gmt":"2019-09-23T11:51:44","guid":{"rendered":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=8712"},"modified":"2019-09-23T11:51:44","modified_gmt":"2019-09-23T11:51:44","slug":"saiba-como-foi-o-congresso-brasileiro-de-infectologia-e-confira-as-infeccoes-que-preocupam-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2019\/09\/saiba-como-foi-o-congresso-brasileiro-de-infectologia-e-confira-as-infeccoes-que-preocupam-o-brasil\/","title":{"rendered":"Saiba como foi o Congresso Brasileiro de Infectologia e confira as infec\u00e7\u00f5es que preocupam o Brasil"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Sa\u00fade Abril<\/p>\n<p>Acompanhar o Congresso Brasileiro de Infectologia, cuja vig\u00e9sima primeira edi\u00e7\u00e3o acaba de ocorrer em Bel\u00e9m do Par\u00e1, \u00e9 ter um painel do que o v\u00edrus, bact\u00e9rias, fungos e companhoa v\u00eam aprontando por a\u00ed e, ao mesmo tempo, um retrato das diversas (e desiguais) realidades do pa\u00eds.\u00a0Enquanto regi\u00f5es ainda penam com doen\u00e7as que parecem (mas s\u00f3 parecem) coisa do passado, como a\u00a0<strong>hansen\u00edase<\/strong>, nas grandes cidades os hospitais mais modernos j\u00e1 quebram a cabe\u00e7a para contra-atacar\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/blog\/cientistas-explicam\/a-nossa-guerra-as-superbacterias\/\"><strong>micr\u00f3bios resistentes<\/strong><\/a>\u00a0e letais. O ponto em comum, e que independe de lugar ou classe social, \u00e9: as doen\u00e7as infecciosas continuam sendo um dos principais desafios de sa\u00fade p\u00fablica no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>Queda na vacina\u00e7\u00e3o, desmatamento e crescimento urbano, mudan\u00e7a clim\u00e1tica, falta de informa\u00e7\u00e3o\u2026 Tudo isso conspira para que micro-organismos ganhem terreno e imponham problemas \u00e0 humanidade. A medicina corre atr\u00e1s, buscando n\u00e3o s\u00f3 novos imunizantes e tratamentos, mas estrat\u00e9gias mais eficazes de esclarecer e engajar a popula\u00e7\u00e3o a se defender. Inclusive porque, em mat\u00e9ria de mol\u00e9stias infecciosas, todo cidad\u00e3o tem um papel a cumprir: seja lavando as m\u00e3os e n\u00e3o usando antibi\u00f3tico por conta, seja limpando o quintal para n\u00e3o dar abrigo ao\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/aedes-aegypti-sempre-ele\/\"><strong>mosquito da dengue<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Mapeamos, a seguir, alguns dos temas mais preocupantes debatidos no congresso, que reuniu mais de 2 mil profissionais em Bel\u00e9m entre os dias 10 e 13 de setembro.<\/p>\n<h3>\u00c9 ano de dengue<\/h3>\n<p>Entre as doen\u00e7as disseminadas pelo mosquito\u00a0<em>Aedes aegypti<\/em>, capaz de transmitir\u00a0<strong>dengue<\/strong>,\u00a0<strong>zika<\/strong>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/chikungunya\"><strong>chikungunya<\/strong><\/a>, a dengue j\u00e1 \u00e9 o principal tormento de 2019. Como o pr\u00f3prio Minist\u00e9rio da Sa\u00fade divulgou, j\u00e1 foram registrados mais de 1,4 milh\u00e3o de casos at\u00e9 agosto deste ano \u2014\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/incidencia-da-dengue-cresce-sete-vezes-no-brasil-o-que-fazer-para-evitar\/\">um aumento de quase 600% em rela\u00e7\u00e3o a 2018<\/a>.<\/p>\n<div class=\"ad-content\">\n<div id=\"abrAD_dyn_rectangle1\" class=\"appear\" data-appear-top-offset=\"300\" data-google-query-id=\"COzfkYvo3-QCFYgZgQodAUUOvQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/9287\/saude\/medicina_4__container__\">\n<p>Segundo o infectologista Antonio Carlos Bandeira, da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.saude.ba.gov.br\/suvisa\/vigilancia-epidemiologica\/apresentacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica do Estado da Bahia<\/a>, 65% dos casos e notifica\u00e7\u00f5es v\u00eam ocorrendo na regi\u00e3o Sudeste. S\u00f3 em S\u00e3o Paulo houve, at\u00e9 mar\u00e7o deste ano, um incremento de mais de 2 000% na quantidade de pessoas acometidas. O Centro-Oeste fica em segundo lugar entre as regi\u00f5es problem\u00e1ticas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/dengue-tipo-2-sao-paulo-entra-em-estado-de-alerta-e-agora\/\">O sorotipo 2 do v\u00edrus da dengue<\/a>\u00a0(existem quatro) \u00e9 o que mais circula pelo Brasil nesta temporada. Ao suspeitar do quadro \u2014 que pode provocar, entre outras coisas, febre, dor de cabe\u00e7a e no corpo \u2014, o conselho \u00e9 procurar um servi\u00e7o de sa\u00fade quanto antes. A identifica\u00e7\u00e3o e o manejo precoce evitam complica\u00e7\u00f5es e mortes.<\/p>\n<div class=\"ad-content\">\n<div id=\"abrAD_dyn_rectangle2\" class=\"appear\" data-appear-top-offset=\"300\" data-google-query-id=\"CObpl4vo3-QCFc5_wQodTsgI3Q\">\n<p>A tend\u00eancia de crescimento da dengue felizmente n\u00e3o se repete com dois outros v\u00edrus transmitidos pelo\u00a0<em>Aedes aegypt<\/em>i, o zika (2,3 mil casos prov\u00e1veis at\u00e9 mar\u00e7o de 2019) e o chikungunya (15,3 mil), que se mostram mais est\u00e1veis no n\u00famero de epis\u00f3dios em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior.<\/p>\n<p>Ainda assim, n\u00e3o d\u00e1 para bobear com o mosquito. A preven\u00e7\u00e3o inclui desde eliminar os criadouros a recorrer a repelentes e telas em casa. Bandeira refor\u00e7ou a necessidade de se investir em novas tecnologias, como larvicidas biol\u00f3gicos e vacinas contra as infec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"widget-news widget-box no-margin no-border\">\n<h3>A epidemia dos micr\u00f3bios resistentes<\/h3>\n<p>Eis um tema inescap\u00e1vel e que dominou boa parte das confer\u00eancias e debates no congresso. A\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/blog\/cientistas-explicam\/a-nossa-guerra-as-superbacterias\/\"><strong>resist\u00eancia<\/strong>\u00a0<strong>antimicrobiana<\/strong><\/a>, que \u00e9 a capacidade de bact\u00e9rias e fungos repelirem os tratamentos dispon\u00edveis, j\u00e1 entrou na lista das\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/10-grandes-ameacas-a-saude-em-2019-segundo-a-oms\/\">dez prioridades da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS)<\/a>. Algumas proje\u00e7\u00f5es vislumbram que, por volta de 2050, o problema vai causar mais mortes que outra doen\u00e7a em ascens\u00e3o, o c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>As causas do fen\u00f4meno n\u00e3o se resumem ao uso indiscriminado de antibi\u00f3ticos e outros rem\u00e9dios na medicina humana. \u201cA maior parte dos antibi\u00f3ticos produzidos hoje \u00e9 voltada \u00e0 agropecu\u00e1ria e empregada como fator de crescimento para o cultivo de animais e em algumas planta\u00e7\u00f5es\u201d, observou o m\u00e9dico Marcos Cyrillo, diretor da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infectologia.org.br\/\">Sociedade Brasileira de Infectologia<\/a>.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o massiva, e que envolve inclusive algumas subst\u00e2ncias similares \u00e0quelas que tratam infec\u00e7\u00f5es em humanos, tem repercuss\u00f5es, diretas e indiretas, no meio ambiente e at\u00e9 no que acontece dentro dos hospitais. Num mundo em que os micro-organismos s\u00e3o praticamente onipresentes, tudo se encontra conectado. E, quem diria, at\u00e9 o aquecimento global tem um dedo nessa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Cyrillo abordou em uma apresenta\u00e7\u00e3o o papel da\u00a0<strong>mudan\u00e7a clim\u00e1tica<\/strong>\u00a0no crescimento da resist\u00eancia antimicrobiana. \u00c9 que, simplificando uma quest\u00e3o complexa, o aumento da temperatura seria capaz de tornar bact\u00e9rias e fungos mais perigosos. Acredita-se que esse fen\u00f4meno tenha contribu\u00eddo para o surgimento e a expans\u00e3o das infec\u00e7\u00f5es por\u00a0<em>Candida auris<\/em>, um fungo altamente letal e que j\u00e1 causa furor em hospitais (por enquanto, fora do Brasil). J\u00e1 n\u00e3o d\u00e1 mais para separar a sa\u00fade humana do bem-estar do planeta.<\/p>\n<h3>A explos\u00e3o das doen\u00e7as sexualmente transmiss\u00edveis<\/h3>\n<p>Esse foi o t\u00edtulo de uma das confer\u00eancias do congresso. E duas doen\u00e7as causadas por bact\u00e9rias que voltaram com tudo protagonizaram discuss\u00f5es. Falamos da\u00a0<strong>gonorreia<\/strong>\u00a0e da\u00a0<strong>s\u00edfilis<\/strong>.<\/p>\n<p>O termo \u201cexplos\u00e3o\u201d das ISTs \u2014 sigla para infec\u00e7\u00f5es sexualmente transmiss\u00edveis, antigamente conhecidas por DSTs \u2014 n\u00e3o \u00e9 exagerado. De acordo com a infectologista Miralba Freire, professora da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ufba.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade Federal da Bahia<\/a>, a OMS calcula que mais de 1 milh\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es do tipo sejam adquiridas por dia pelo mundo.<\/p>\n<p>A gonorreia \u00e9 a segunda IST mais prevalente em boa parte do globo. Segundo a m\u00e9dica, hoje ela atinge mais pessoas jovens e homens que fazem sexo com outros homens. E a doen\u00e7a n\u00e3o apronta s\u00f3 com os genitais, n\u00e3o. \u201cVem crescendo o n\u00famero de casos com acometimento do reto e da faringe\u201d, relatou Miralba.<\/p>\n<p>Da mesma maneira que acontece com outras infec\u00e7\u00f5es bacterianas, a gonorreia tamb\u00e9m atormenta os m\u00e9dicos devido \u00e0 resist\u00eancia a antibi\u00f3ticos.<\/p>\n<p>Para deter seu avan\u00e7o, precisamos investir em rela\u00e7\u00f5es sexuais seguras, com o\u00a0<strong>preservativo<\/strong>, e realizar o teste que detecta a bact\u00e9ria \u2014 em alguns grupos, o\u00a0<strong>exame<\/strong>\u00a0deve ser peri\u00f3dico e repetido com maior frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Racioc\u00ednio semelhante se aplica a outra IST da pesada, a s\u00edfilis. \u201cEla cresce em todas as regi\u00f5es do mundo e tem um importante impacto psicossocial e econ\u00f4mico\u201d, afirmou o infectologista Alu\u00edsio Segurado, professor da Faculdade de Medicina da\u00a0<a href=\"https:\/\/www5.usp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade de S\u00e3o Paulo<\/a>. S\u00e3o mais de 6 milh\u00f5es de v\u00edtimas com idades entre 15 e 49 anos hoje.<\/p>\n<p>Para o especialista, a ascens\u00e3o da doen\u00e7a no pa\u00eds n\u00e3o se deve apenas a mais diagn\u00f3sticos. \u201cH\u00e1 um aumento na circula\u00e7\u00e3o do agente infeccioso\u201d, apontou. A s\u00edfilis pode lesar os genitais e ainda desatar complica\u00e7\u00f5es em v\u00e1rias \u00e1reas do corpo. Gestantes e seus rebentos inclusive enfrentam o perigo da s\u00edfilis cong\u00eanita, quando a bact\u00e9ria ataca o beb\u00ea ainda no ventre materno (muitos casos s\u00e3o fatais).<\/p>\n<p>Para quebrar a epidemia da mol\u00e9stia, Segurado salientou a necessidade de esclarecer mais a popula\u00e7\u00e3o e criar condi\u00e7\u00f5es para que se fa\u00e7a diagn\u00f3stico e tratamento quanto antes.<\/p>\n<h3>O drama da hansen\u00edase continua<\/h3>\n<p>A doen\u00e7a provocada pela bact\u00e9ria\u00a0<em>Micobacterium leprae\u00a0<\/em>\u2014 e durante s\u00e9culos conhecida como lepra \u2014 ainda \u00e9 um desafio para o Brasil. Se passou pela sua cabe\u00e7a um pensamento do tipo \u201cisso ainda existe?\u201d, saiba que, n\u00e3o apenas existe, como nosso pa\u00eds tem o segundo maior contingente de pessoas com a doen\u00e7a no planeta (s\u00f3 perdemos para a \u00cdndia).<\/p>\n<p>Em uma apresenta\u00e7\u00e3o emocionada no congresso, o infectologista Marcio Gaggini, professor da Universidade Brasil, em Fernand\u00f3polis (SP), convocou m\u00e9dicos, autoridades e sociedade a olharem mais para o problema e suas v\u00edtimas, muitas delas esquecidas pelos quatro cantos do pa\u00eds. Segundo o especialista, mais de 200 mil cidad\u00e3os podem ter ficado sem diagn\u00f3stico e assist\u00eancia nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>O Brasil aloja 91% dos casos de\u00a0<strong>hansen\u00edase<\/strong>\u00a0da Am\u00e9rica Latina. Por aqui, a maior parte dos epis\u00f3dios ocorre nas regi\u00f5es Nordeste e Centro-Oeste. Muitos dos pacientes s\u00f3 descobrem a doen\u00e7a depois que ela provocou deformidades na pele, nas m\u00e3os, no rosto\u2026<\/p>\n<p>A bact\u00e9ria causadora \u00e9 transmitida pelo ar \u2014 esque\u00e7a aquela hist\u00f3ria de que, ao tocar em algu\u00e9m com hansen\u00edase, voc\u00ea pegou! \u2014 mas pode ser erradicada com tratamento. \u201cAs pessoas est\u00e3o sofrendo hoje com diagn\u00f3stico tardio e sequelas\u201d, revelou Gaggini. Campanhas e a\u00e7\u00f5es dirigidas a regi\u00f5es e comunidades mais afetadas pela condi\u00e7\u00e3o s\u00e3o urgentes.<\/p>\n<p>Sim, tamb\u00e9m precisamos conscientizar a popula\u00e7\u00e3o. Na presen\u00e7a de altera\u00e7\u00f5es como\u00a0<strong>manchas e les\u00f5es na pele<\/strong>, acompanhadas por\u00a0<strong>falta de sensibilidade<\/strong>, procure um m\u00e9dico ou servi\u00e7o de sa\u00fade. N\u00e3o s\u00f3 existe tratamento para hansen\u00edase como ele pode levar \u00e0 cura.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Sa\u00fade Abril Acompanhar o Congresso Brasileiro de Infectologia, cuja vig\u00e9sima primeira edi\u00e7\u00e3o acaba de ocorrer em Bel\u00e9m do Par\u00e1, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-8712","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8712","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8712"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8712\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8713,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8712\/revisions\/8713"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8712"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8712"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8712"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}