{"id":4852,"date":"2018-03-15T12:07:55","date_gmt":"2018-03-15T12:07:55","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=4852"},"modified":"2019-02-21T10:16:30","modified_gmt":"2019-02-21T10:16:30","slug":"brasil-apresenta-sobrevida-alta-em-tumor-de-prostata-e-baixa-nos-infantis-em-estudo-feito-em-71-paises","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2018\/03\/brasil-apresenta-sobrevida-alta-em-tumor-de-prostata-e-baixa-nos-infantis-em-estudo-feito-em-71-paises\/","title":{"rendered":"Brasil apresenta sobrevida alta em tumor de pr\u00f3stata e baixa nos infantis em estudo feito em 71 pa\u00edses"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Fapesp<\/p>\n<p>De cada 10 homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata no Brasil, nove vivem pelo menos cinco anos ap\u00f3s o in\u00edcio do tratamento. \u00c9 um \u00edndice igual ao da Alemanha e pr\u00f3ximo aos do Jap\u00e3o e Estados Unidos, que s\u00f3 ficam um pouco atr\u00e1s do da ilha de Chipre, no Mediterr\u00e2neo, onde praticamente todos os pacientes com esse tipo de c\u00e2ncer vivem mais de cinco anos. No mesmo estudo que traz esse dado, publicado em janeiro na revista\u00a0<em>The Lancet<\/em>, o Brasil aparece com a menor sobrevida global em c\u00e2ncer de c\u00e9rebro em crian\u00e7as: quase quatro em cada 10 sobrevivem cinco anos, um resultado bem distante da Isl\u00e2ndia, onde nove em cada 10 vivem mais de cinco anos.<\/p>\n<p>Com resultados bons e outros nem tanto, o Brasil ocupou uma posi\u00e7\u00e3o m\u00e9dia na terceira vers\u00e3o do Concord, programa internacional de vigil\u00e2ncia global da sobrevida em c\u00e2ncer coordenado pelo epidemiologista Michel Coleman, professor da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que examinou a sobrevida em cinco anos de 37,5 milh\u00f5es de pacientes com c\u00e2ncer em 71 pa\u00edses e territ\u00f3rios, de 2000 a 2014. Nesse estudo, Estados Unidos, Canad\u00e1, Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia, Finl\u00e2ndia, Isl\u00e2ndia, Noruega e Su\u00e9cia apresentaram a maior sobrevida em cinco anos para a maioria dos 18 tipos de c\u00e2ncer analisados. Como tend\u00eancia geral no mundo, a sobrevida aumentou, mesmo nos tipos mais letais, como c\u00e2ncer de f\u00edgado, de p\u00e2ncreas e de pulm\u00e3o, embora os contrastes entre os pa\u00edses permane\u00e7am acentuados.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2651\" src=\"http:\/\/curumimcancerinfantil.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cancer_fapesp.jpg\" alt=\"\" width=\"523\" height=\"420\" \/><\/p>\n<p>Nesses 15 anos, a sobrevida em cinco anos de mulheres com c\u00e2ncer de mama foi de 90,2% nos Estados Unidos, de 66,0% na \u00cdndia e de 0% em Mali, na \u00c1frica (<em><a title=\"\" href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/sobrevida.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-rel=\"lightbox-1\">ver gr\u00e1fico<\/a><\/em>). No Brasil, entre 2000-2004 e 2010-2014, a sobrevida de adultos com c\u00e2ncer de p\u00e2ncreas aumentou 141% e a de mulheres com c\u00e2ncer de mama 9,5%, enquanto a de crian\u00e7as com c\u00e2ncer de c\u00e9rebro caiu 48% e a de adultos com c\u00e2ncer de pulm\u00e3o 20%.<\/p>\n<p>\u201cA sobrevida dos pacientes nos 18 tipos de c\u00e2ncer est\u00e1 muito ligada ao \u00edndice de desenvolvimento humano de cada pa\u00eds e ao acesso ao sistema de sa\u00fade\u201d, diz a epidemiologista Maria Paula Curado, pesquisadora do A.C. Camargo Cancer Center, de S\u00e3o Paulo, que participou do estudo. \u201cNo Brasil, para alguns tipos de c\u00e2ncer, mais de 70% dos casos s\u00e3o diagnosticados em est\u00e1gio avan\u00e7ado, o que dificulta o tratamento e reduz a sobrevida.\u201d<\/p>\n<p>O Brasil participou com informa\u00e7\u00f5es fornecidas por seis cidades \u2013 Aracaju, Cuiab\u00e1, Curitiba, Goi\u00e2nia, Ja\u00fa (SP) e S\u00e3o Paulo \u2013 sobre 134.597 pacientes, o equivalente a 7,7% do total de pessoas com c\u00e2ncer em tratamento no pa\u00eds. \u201cDever\u00edamos ter examinado a sobrevida de pelo menos 80% dos pacientes tratados no Brasil\u201d, informa Maria Paula, que criou e, de 1988 a 2006, gerenciou a base de dados de pacientes com c\u00e2ncer de Goi\u00e2nia. \u201cA maioria das cidades n\u00e3o mandou informa\u00e7\u00f5es porque os registros n\u00e3o estavam completos ou n\u00e3o tinham qualidade suficiente, o que refor\u00e7a a necessidade de apoio \u00e0s equipes respons\u00e1veis pelos registros de c\u00e2ncer de base populacional no Brasil.\u201d Dos 71 pa\u00edses, 41 participaram com dados nacionais e outros, como o Brasil, com bases menores.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos conhecer as causas da falta de acesso da popula\u00e7\u00e3o a melhores formas de tratamento e melhorar nossas taxas de sobrevida\u201d, afirma a epidemiologista Gulnar Azevedo e Silva, diretora do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e uma das coautoras do artigo na\u00a0<em>Lancet<\/em>. \u201cA sobrevida em cinco anos das mulheres com c\u00e2ncer de colo de \u00fatero no Brasil \u00e9 de 60%, mas deveria ser mais alta, porque \u00e9 totalmente evit\u00e1vel; na Europa j\u00e1 \u00e9 uma doen\u00e7a rara.\u201d De acordo com o Instituto Nacional do C\u00e2ncer (Inca), no Rio de Janeiro, quase 600 mil pessoas devem ter recebido o diagn\u00f3stico positivo para c\u00e2ncer de todos os tipos no Brasil em 2016. Por ano, essa doen\u00e7a causa 225 mil mortes no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Gulnar coordenou um estudo publicado em 2016 na\u00a0<em>PLOS ONE<\/em>\u00a0indicando que 34,2% dos casos e 42% das mortes associadas a 25 tipos de c\u00e2ncer no Brasil previstas para 2020 poderiam ser evitadas, porque decorrem de fatores relacionados ao modo de vida ou ao ambiente, como tabagismo, baixo consumo de frutas e verduras, excesso de peso, consumo excessivo de \u00e1lcool, infec\u00e7\u00f5es e exposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua ao sol e \u00e0 polui\u00e7\u00e3o. O tabagismo responde por cerca de 30% das mortes por c\u00e2ncer, principalmente o de pulm\u00e3o, que apresentou uma sobrevida em cinco anos de 8,5% no Brasil, bem distante da sobrevida de 32,9% registrada no Jap\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Oferta e demanda<\/strong><br \/>\nGulnar e a psic\u00f3loga e epidemiologista Jeane Glaucia Tomazelli, pesquisadora do Inca, examinaram o atendimento m\u00e9dico \u00e0s mulheres com c\u00e2ncer de mama \u2013 para o qual o Concord registrou uma sobrevida de cinco anos de 75% no Brasil e de 90,2% nos Estados Unidos \u2013 e verificaram que, apesar do est\u00edmulo \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de mamografia, a oferta de servi\u00e7os de diagn\u00f3stico e tratamento da rede p\u00fablica de sa\u00fade est\u00e1 aqu\u00e9m da necessidade da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2652\" src=\"http:\/\/curumimcancerinfantil.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cancer_fapesp_2.jpg\" alt=\"\" width=\"556\" height=\"420\" \/><\/p>\n<p>Como detalhado em estudo publicado em 2017 na revista\u00a0<em>Epidemiologia e Servi\u00e7os de Sa\u00fade<\/em>, com 27 mamografias para cada 100 mulheres, o Brasil ainda est\u00e1 bem abaixo da taxa recomendada de 50 exames desse tipo para cada 100 mulheres. No estado do Rio de Janeiro, 44% dos casos de c\u00e2ncer de mama foram diagnosticados em fase avan\u00e7ada, mesmo com 68% das mulheres morando em cidades que ofereciam servi\u00e7os m\u00e9dicos especializados em diagn\u00f3stico e tratamento da doen\u00e7a. As pesquisadoras verificaram que, a despeito das recomenda\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS) para controle de c\u00e2ncer de mama, ainda s\u00e3o escassos os sistemas de informa\u00e7\u00f5es com o cadastro das mulheres a serem chamadas para os exames e acompanhadas ao longo dos anos.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m desigualdades regionais, que dificultam o acesso ao diagn\u00f3stico precoce e \u00e0 cirurgia. De acordo com esse estudo, a regi\u00e3o Norte tem um mam\u00f3grafo para cada grupo de 100 mil mulheres, enquanto na regi\u00e3o Sul h\u00e1 dois para a mesma quantidade de mulheres. \u00c9 tamb\u00e9m a regi\u00e3o Norte que tem menos profissionais especializados em cirurgias de mama (102 para cada 100 mil mulheres), mais uma vez em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 regi\u00e3o Sul (244 para cada 100 mil).<\/p>\n<p>\u201cSe uma mulher faz uma mamografia com suspeita de c\u00e2ncer de mama\u201d, diz Gulnar, \u201cdeveria ter de esperar no m\u00e1ximo quatro semanas para fazer uma bi\u00f3psia e confirmar o diagn\u00f3stico e outras quatro para come\u00e7ar o tratamento.\u201d Para ela, \u00e9 preciso mais agilidade e processos cont\u00ednuos de reformula\u00e7\u00e3o e monitoramento dos resultados.<\/p>\n<p>Uma das recomenda\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) para controle do c\u00e2ncer anunciadas em maio de 2017 \u00e9 justamente antecipar o diagn\u00f3stico e assegurar o tratamento adequado para os tipos de c\u00e2ncer potencialmente cur\u00e1veis, como a leucemia mieloide aguda em crian\u00e7as. A sobrevida nesse tipo de c\u00e2ncer foi de 66% no Brasil, 89% nos Estados Unidos e 91% na Alemanha. \u201cTemos de prevenir, diagnosticar e tratar imediatamente\u201d, afirma Maria Paula. \u201cA chance de cura de um tumor em est\u00e1gio inicial \u00e9 de 90%, mas cai muito em est\u00e1gio avan\u00e7ado.\u201d<\/p>\n<p><strong>Perdas econ\u00f4micas<\/strong><br \/>\nCada morte por c\u00e2ncer no Brasil gera uma perda econ\u00f4mica m\u00e9dia de R$ 176 mil (R$ 147 mil no caso das mulheres e R$ 197 mil no dos homens), de acordo com um estudo de janeiro deste ano na\u00a0<em>Cancer Epidemiology<\/em>. As perdas foram calculadas com base na renda m\u00e9dia das pessoas economicamente ativas, com idade entre 15 e 65 anos. As 87 mil mortes anuais prematuras por c\u00e2ncer no Brasil devem resultar em perdas estimadas em R$ 15 bilh\u00f5es, o equivalente a 0,21% do Produto Interno Bruto (PIB). \u201cEmbora uma parte dessa for\u00e7a de trabalho seja reposta, o estudo mostra o impacto macroecon\u00f4mico do c\u00e2ncer, com a perda de pessoas que deixam de contribuir para a economia com a renda de seu trabalho\u201d, avalia a epidemiologista Marianna de Camargo Cancela, pesquisadora do Inca e coautora do trabalho.<\/p>\n<p>Coordenado pela economista Alison Pearce, pesquisadora da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austr\u00e1lia, o levantamento examinou o bloco dos Brics, formado por Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul. Nos cinco pa\u00edses, as mortes por c\u00e2ncer resultam em perdas calculadas em US$ 46,3 bilh\u00f5es (cerca de R$ 150 bilh\u00f5es) por ano (<em><a title=\"\" href=\"http:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/impacto-economico.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-rel=\"lightbox-5\">ver tabela<\/a><\/em>).<\/p>\n<p>As mortes por c\u00e2ncer de pulm\u00e3o resultaram nas maiores perdas de produtividade, principalmente na R\u00fassia (US$ 1 bilh\u00e3o) e no Brasil (US$ 0,5 bilh\u00e3o). \u201cEstamos vendo o efeito do tabagismo de 20 anos atr\u00e1s\u201d, diz Marianna. \u201cAs campanhas n\u00e3o reduzem a mortalidade de imediato, porque o\u00a0c\u00e2ncer de pulm\u00e3o se desenvolve lentamente e demora para se manifestar.\u201d<\/p>\n<p>Os autores do estudo argumentam que esses resultados indicam como a preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer e o acesso a melhores formas de tratamento podem impactar n\u00e3o apenas a vida das pessoas, mas tamb\u00e9m a economia dos pa\u00edses onde vivem.<\/p>\n<p><em>Artigos cient\u00edficos<\/em><br \/>\nALLEMANI, C.\u00a0<em>et al.<\/em>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.thelancet.com\/journals\/lancet\/article\/PIIS0140-6736(17)33326-3\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Global surveillance of trends in cancer survival 2000\u201314 (CONCORD-3): analysis of individual records for 37\u2008513\u2008025 patients diagnosed with one of 18 cancers from 322 population-based registries in 71 countries<\/a>.\u00a0<strong>Lancet<\/strong>. On line. 30 jan. 2018.<br \/>\nAZEVEDO E SILVA, G.\u00a0<em>et al.<\/em>\u00a0<a href=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0148761\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">The fraction of cancer attributable to ways of life, infections, occupation, and environmental agents in Brazil in 2020<\/a>.\u00a0<strong>PLOS ONE<\/strong>. v. 11, n. 2, e0148761. fev. 2016.<br \/>\nTOMAZELLI, J. G. e SILVA, G. A.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.scielosp.org\/article\/ress\/2017.v26n4\/713-724\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rastreamento do c\u00e2ncer de mama no Brasil: uma avalia\u00e7\u00e3o da oferta e utiliza\u00e7\u00e3o da rede assistencial do Sistema \u00danico de Sa\u00fade no per\u00edodo 2010-2012<\/a>.\u00a0<strong>Epidemiologia e Servi\u00e7os de Sa\u00fade<\/strong>, v. 26, p. 713-24. out.-dez. 2017<br \/>\nPEARCE, A.\u00a0<em>et al<\/em>.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1877782117302126\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Productivity losses due to premature mortality from cancer in Brazil, Russia, India, China, and South Africa (BRICS): A population-based comparison<\/a>.\u00a0<strong>Cancer Epidemiology<\/strong>. v. 16, n. 53, p. 27-34. abr. 2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Fapesp De cada 10 homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata no Brasil, nove vivem pelo menos cinco anos ap\u00f3s o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3,2],"tags":[],"class_list":["post-4852","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4852","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4852"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4852\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4854,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4852\/revisions\/4854"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4852"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4852"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4852"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}