{"id":4811,"date":"2018-03-12T13:50:00","date_gmt":"2018-03-12T13:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=4811"},"modified":"2018-03-12T13:50:00","modified_gmt":"2018-03-12T13:50:00","slug":"amb-cobra-do-governo-federal-decreto-para-impedir-abertura-de-novos-cursos-de-medicina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2018\/03\/amb-cobra-do-governo-federal-decreto-para-impedir-abertura-de-novos-cursos-de-medicina\/","title":{"rendered":"AMB cobra do Governo Federal decreto para impedir abertura de novos cursos de Medicina"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-523\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/logo_amb-300x115.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"115\" srcset=\"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/logo_amb-300x115.jpg 300w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/logo_amb-600x230.jpg 600w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/logo_amb-768x295.jpg 768w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/logo_amb-1024x393.jpg 1024w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/logo_amb.jpg 1485w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>fonte: AMB<\/p>\n<p>Uma morat\u00f3ria que impe\u00e7a a abertura de novas escolas m\u00e9dicas nos pr\u00f3ximos cinco anos \u00e9 uma importante demanda da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB) e de outras entidades m\u00e9dicas, devido \u00e0 baix\u00edssima qualidade dos profissionais que a maioria das novas escolas est\u00e1 diplomando, colocando em risco a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e sobrecarregando ainda mais o sistema de sa\u00fade. Inicialmente seria assinado um decreto no fim do ano passado, depois postergado para fim de janeiro deste ano, mas ainda n\u00e3o foi assinado.<\/p>\n<p>Na abertura do evento, realizado na tarde desta quinta-feira, 8 de mar\u00e7o, na sede da AMB, o presidente da entidade, Lincoln Ferreira, indagou o ministro da Sa\u00fade, Ricardo Barros, sobre o decreto que suspende a abertura de novas escolas m\u00e9dicas, que estaria pronto desde novembro de 2017. O ministro declarou recentemente em entrevista ao programa Roda Viva que a decis\u00e3o de criar a morat\u00f3ria era do presidente da Rep\u00fablica, Michel Temer, decis\u00e3o com a qual concordava. A grande pergunta \u00e9: o que falta efetivamente para que este decreto seja publicado?<\/p>\n<p>Ao indagar o Ministro, Dr. Lincoln Ferreira salientou \u201co pa\u00eds claramente extrapolou sua capacidade de formar m\u00e9dicos com um m\u00ednimo de qualidade; temos trabalhado (o problema) junto ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, e tivemos a felicidade de ver no programa Roda Viva que \u00e9 uma decis\u00e3o tomada\u201d. E ainda completou: \u201co decreto vai nos permitir colocar um freio de arruma\u00e7\u00e3o, estancar a partir de um certo ponto os problemas repetitivos que temos hoje, que ir\u00e3o impactar em qualquer gest\u00e3o, sob a forma de exames mal solicitados, sob a forma de tratamentos mal indicados, sob a forma de sequelas, judicializa\u00e7\u00e3o, com processos no CRM, c\u00edveis e criminais\u201d.<\/p>\n<p>O ministro da Sa\u00fade, Ricardo Barros, confirmou o que disse na entrevista ao programa Roda Viva e respondeu que: \u201csa\u00edmos de 150 para mais de 300 cursos de medicina autorizados e, com o movimento das entidades, o presidente Temer anunciou que suspenderia por 5 anos a cria\u00e7\u00e3o de novos cursos. Esta \u00e9 a decis\u00e3o do governo\u201d. Sobre o por que ainda n\u00e3o saiu a portaria o Ministro se comprometeu de verificar e \u201cencaminhar para que isto seja consolidado\u201d, e ainda complementou que \u201cn\u00e3o foram somente novas escolas, tem escolas com 300 vagas, formando 300 m\u00e9dicos por ano\u201d.<\/p>\n<p>Para a Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB), quando a medida entrar em vigor, ser\u00e1 uma das mais importantes conquistas da popula\u00e7\u00e3o brasileira e para a sa\u00fade do Pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>O que deve mudar com o decreto?<\/strong><\/p>\n<p>Com a mudan\u00e7a, o Pa\u00eds vai ganhar tempo para que se defina o que fazer do ensino m\u00e9dico no Brasil, criando-se a oportunidade para a implanta\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios eficientes e eficazes a fim de que se mantenham institui\u00e7\u00f5es com compet\u00eancia educacional.<\/p>\n<p><strong>Posi\u00e7\u00e3o da AMB<\/strong><\/p>\n<p>Para o presidente da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB), Dr Lincoln Lopes Ferreira, \u201ca morat\u00f3ria n\u00e3o resolve tudo, mas ajuda muito a estancar o problema. A popula\u00e7\u00e3o precisa ter certeza de que, se um m\u00e9dico est\u00e1 formado e com um diploma, ele tem totais condi\u00e7\u00f5es de atend\u00ea-la, independentemente de onde tenha estudado. Esse controle de qualidade \u00e9 uma demanda de longa data da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira, inclusive para m\u00e9dicos formados antes da abertura indiscriminada de novas escolas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA verdade nua e crua \u00e9 que o ensino virou um balc\u00e3o de neg\u00f3cios com o aval dos governos que administraram o Brasil nos \u00faltimos 20 anos, e a qualidade ficou em segundo lugar. Sessenta por cento s\u00e3o escolas particulares e cobram entre R$ 5 mil e R$ 15 mil mensais por aluno\u201d, explica o presidente da AMB.<\/p>\n<p>A AMB acredita que medicina de qualidade s\u00f3 se faz com m\u00e9dicos qualificados. Segundo a associa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 mais necessidade de qualquer curso de medicina novo no Brasil. O Brasil precisa \u00e9 de m\u00e9dicos com forma\u00e7\u00e3o de qualidade.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o m\u00e1gica para os problemas da sa\u00fade no Brasil. Financiar com recursos do Estado brasileiro uma ind\u00fastria de impress\u00e3o e de distribui\u00e7\u00e3o de diplomas de m\u00e9dicos n\u00e3o muda a realidade prec\u00e1ria da sa\u00fade brasileira. Da mesma forma como a vinda dos profissionais cubanos n\u00e3o melhorou substancialmente nenhum \u00edndice importante de mensura\u00e7\u00e3o\u201d, acrescenta o presidente da AMB.<\/p>\n<p>A AMB tamb\u00e9m entende que, apesar de o decreto ser extremamente importante, alguns pontos ainda precisam ser conversados com a classe m\u00e9dica. Como, por exemplo, a localiza\u00e7\u00e3o das escolas e as estruturas oferecidas aos alunos. \u00c9 preciso entender melhor onde est\u00e3o e como funcionam as atuais escolas. Por isso, a AMB alerta que s\u00f3 a assinatura do decreto n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para garantir a prepara\u00e7\u00e3o de bons m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso cancelar os editais lan\u00e7ados durante o governo anterior e que ainda est\u00e3o em andamento. Eles foram concebidos com os mesmos v\u00edcios que causaram os problemas que temos visto em diversas escolas inauguradas recentemente.<\/p>\n<p><strong>Excesso de cursos de medicina<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, existem atualmente mais de 300 escolas de medicina. Entre 2000 e 2015, foram criadas 142 escolas m\u00e9dicas. Mais de cem escolas foram liberadas para atuar a partir de 2013. S\u00e3o, ao todo, 78 escolas federais, 35 estaduais, 16 municipais, duas p\u00fablicas e 172 particulares. Um n\u00famero surreal, se comparado com pa\u00edses como a China, onde existem 150 faculdades para 1,3 bilh\u00e3o de pessoas, ou quando olhamos para os Estados Unidos, que tem 131 cursos para 300 milh\u00f5es de habitantes e as escolas mais respeitadas do mundo.<\/p>\n<p>S\u00f3 para se ter uma ideia, em 15 anos foram criados tr\u00eas vezes mais cursos de medicina que nos \u00faltimos 200 anos de hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds. Isso desde que D. Jo\u00e3o VI assinou, em 1808, o documento que permitiu criar a primeira faculdade de medicina do Brasil, a Escola de Cirurgia da Bahia (atualmente, a Fameb da UFBA).<\/p>\n<p>Com a expans\u00e3o das escolas de medicina, em poucos anos estar\u00e3o se formando cerca de 30 mil m\u00e9dicos por ano, o que dar\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o de 14 m\u00e9dicos por 100 mil habitantes, quase o dobro da rela\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 preciso formar bons m\u00e9dicos<\/strong><\/p>\n<p>Os resultados dos exames realizados pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de S\u00e3o Paulo (Cremesp), nos \u00faltimos 13 anos, deixam claro o problema da m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos nas atuais escolas de medicina. Apesar de a prova abranger temas gerais de grau intermedi\u00e1rio de dificuldade, o desempenho dos formandos tem sido p\u00edfio. Em 12 das 13 edi\u00e7\u00f5es do exame, mais da metade dos m\u00e9dicos formados acertam menos de 50% das quest\u00f5es. Um verdadeiro desrespeito \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e um risco para a imagem da classe m\u00e9dica como um todo. Afinal, n\u00e3o h\u00e1 como se distinguir nos hospitais quais s\u00e3o os m\u00e9dicos bem formados ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Dos 2.636 m\u00e9dicos que participaram da prova de 2017, mais de 35% acertaram menos de 60% das 120 quest\u00f5es da prova, porcentagem considerada m\u00ednima para a aprova\u00e7\u00e3o. O quadro fica pior quando se descobre que 88% dos rec\u00e9m-formados n\u00e3o souberam interpretar o resultado de uma mamografia, 78% erraram o diagn\u00f3stico de diabetes, 60% demonstraram pouco conhecimento sobre doen\u00e7as parasit\u00e1rias e 40% n\u00e3o souberam elaborar a suspeita de um caso de apendicite aguda.<\/p>\n<p>O que se v\u00ea nas escolas de medicina s\u00e3o todos os tipos de problemas, dos mais s\u00e9rios e variados: n\u00e3o existem professores com forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica em quantidade suficiente nas escolas, que muitas vezes funcionam em cidades onde nem h\u00e1 m\u00e9dicos para atender a popula\u00e7\u00e3o; os laborat\u00f3rios de boa parte das faculdades s\u00e3o inadequados para o ensino das disciplinas b\u00e1sicas; n\u00e3o h\u00e1 instala\u00e7\u00f5es adequadas e a maior parte das faculdades autorizadas pelo MEC n\u00e3o conta com hospitais-escolas, fundamentais na forma\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e no internato dos alunos.<\/p>\n<p>O internato \u00e9 diferente da resid\u00eancia, que o profissional faz depois de formado. Os \u00faltimos dois anos do curso de medicina s\u00e3o dedicados ao est\u00e1gio, chamado de internato, em que o aluno vai aprender na pr\u00e1tica. O MEC exige que, para cada vaga do curso de medicina, deve haver um m\u00ednimo de cinco leitos do SUS, ou conveniados, para o internato. Mas a maioria das escolas nem conv\u00eanio com hospitais tem. As salas de aula t\u00eam laborat\u00f3rios e bonecos de pl\u00e1stico, mas faltam professores e espa\u00e7o para a forma\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica em enfermarias.<\/p>\n<p>O presidente da AMB explica que aumentar o n\u00famero de m\u00e9dicos no Brasil, pura e simplesmente, n\u00e3o resolve o problema da sa\u00fade atual e cria outros, como a sobrecarga do sistema devido \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos despreparados e inseguros, que pedem exames desnecess\u00e1rios, al\u00e9m de internarem e medicarem de forma equivocada, drenando de forma cruel os parcos recursos que a sa\u00fade p\u00fablica possui. Ou seja, formar bons m\u00e9dicos custa caro. Mas formar maus m\u00e9dicos custa mais caro ainda.<\/p>\n<p>A alega\u00e7\u00e3o do governo federal era de que a abertura se fazia necess\u00e1ria porque faltam m\u00e9dicos no Brasil. Atualmente, o Brasil tem 1,8 m\u00e9dico por mil habitantes. A m\u00e9dia das Am\u00e9ricas, incluindo Estados Unidos, \u00e9 de 2,2. E a da Europa \u00e9 3,3. O problema do nosso pa\u00eds \u00e9 que 55% deles trabalham no Sudeste, o triplo da Regi\u00e3o Norte. Nas 27 capitais, est\u00e3o concentrados 55% dos profissionais. Os demais ficam respons\u00e1veis por 5.543 munic\u00edpios. A falta de m\u00e9dicos ser\u00e1 resolvida com os cursos de medicina que j\u00e1 existem. S\u00e3o mais de 300 cursos atualmente em funcionamento ou autorizados. J\u00e1 os desafios do setor no Brasil s\u00e3o enormes, muito mais ligados ao pouco financiamento, \u00e0 p\u00e9ssima gest\u00e3o e \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o do que \u00e0 quantidade de m\u00e9dicos existentes no Pa\u00eds. N\u00e3o se pode negar que h\u00e1 dificuldade para atrair e manter m\u00e9dicos em localidades long\u00ednquas, mas a solu\u00e7\u00e3o para isso tem de ser pensada a partir de uma avalia\u00e7\u00e3o s\u00e9ria das causas disso, e n\u00e3o de pressupostos simplistas como o de que faltam m\u00e9dicos no Pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Mais avalia\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Avaliar os cursos de medicina e seus egressos ainda \u00e9 um tabu no Brasil. As desculpas s\u00e3o muitas, mas nenhuma delas leva em conta o direito do cidad\u00e3o, que confia que um m\u00e9dico \u00e9 algu\u00e9m que entende de medicina e \u00e9 capaz de diagnosticar e solucionar seus problemas de sa\u00fade. O paciente \u00e9 o elo mais fraco dessa cadeia. \u00c9 preciso pensar que todo o sistema existe para que ele possa ser atendido de forma eficiente e com qualidade. Tudo que for feito e prejudicar este quadro ou n\u00e3o ajudar a melhorar esta situa\u00e7\u00e3o resultar\u00e1 em dinheiro, tempo e vidas jogados fora.<\/p>\n<p>O ideal seria que os diplomados fizessem um exame de profici\u00eancia nacional obrigat\u00f3rio por lei. Os reprovados voltariam para cursos de refor\u00e7o nas faculdades em que estudaram. E, no melhor dos mundos, em pouco tempo, escolas com \u00edndices altos de reprova\u00e7\u00e3o seriam fechadas pelo MEC. Isso ajudaria a proteger a sociedade da incompet\u00eancia de m\u00e9dicos malformados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: AMB Uma morat\u00f3ria que impe\u00e7a a abertura de novas escolas m\u00e9dicas nos pr\u00f3ximos cinco anos \u00e9 uma importante demanda [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":523,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-4811","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4811","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4811"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4811\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4812,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4811\/revisions\/4812"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/523"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}