{"id":4662,"date":"2018-02-05T13:38:43","date_gmt":"2018-02-05T13:38:43","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=4662"},"modified":"2018-02-05T13:38:43","modified_gmt":"2018-02-05T13:38:43","slug":"em-15-anos-uniao-deixa-de-aplicar-r-174-bilhoes-na-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2018\/02\/em-15-anos-uniao-deixa-de-aplicar-r-174-bilhoes-na-saude\/","title":{"rendered":"Em 15 anos, Uni\u00e3o deixa de aplicar R$ 174 bilh\u00f5es na sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>fonte: CFM<\/p>\n<p>Cerca de R$ 174 bilh\u00f5es deixaram de ser aplicados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade entre os anos de 2003 e 2017, segundo dados apurados pela organiza\u00e7\u00e3o Contas Abertas, a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM). O montante representa 11% do total autorizado para o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade no Or\u00e7amento Geral da Uni\u00e3o (OGU) durante o per\u00edodo, cerca R$ 1,6 trilh\u00e3o. Quase metade dos recursos n\u00e3o utilizados deveria ter sido investido na realiza\u00e7\u00e3o de obras e compra de equipamentos m\u00e9dico-hospitalares para atender o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4663\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tabela_cfm_2018_fev.jpg\" alt=\"\" width=\"454\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tabela_cfm_2018_fev.jpg 454w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/tabela_cfm_2018_fev-300x278.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 454px) 100vw, 454px\" \/><\/p>\n<p>O montante, segundo avalia\u00e7\u00e3o da autarquia, revela a m\u00e1 qualidade da gest\u00e3o financeira na sa\u00fade p\u00fablica, que historicamente tamb\u00e9m sofre com o subfinanciamento. Somente em 2017, o valor efetivamente gasto (R$ 115,8 bilh\u00f5es) representou 89% do que havia sido programado para o ano. No per\u00edodo espec\u00edfico, o comportamento das contas foi inferior aos gastos dos tr\u00eas anos anteriores.<\/p>\n<p>Em valores corrigidos pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), os recursos aplicados em 2014, 2015 e 2016 superaram em R$ 5,7 bilh\u00f5es, R$ 3,4 bilh\u00f5es e R$ 2,8 bilh\u00f5es, respectivamente, o montante aplicado no ano passado.<\/p>\n<div>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong>\u2013 Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, o SUS tem conquistas que devem ser mantidas e ampliadas a todo custo. &#8220;O desequil\u00edbrio econ\u00f4mico, causado em grande parte pela corrup\u00e7\u00e3o, e as exig\u00eancias de caixa, cont\u00e1beis e fiscais, n\u00e3o podem determinar as decis\u00f5es numa esfera t\u00e3o sens\u00edvel, diretamente ligada a valores absolutos, como a vida e a sa\u00fade. Esperamos que os gestores p\u00fablicos reconhe\u00e7am suas falhas e as corrijam, com rever\u00eancia \u00e0s responsabilidades assumidas perante a sociedade&#8221;, defendeu.<\/p>\n<\/div>\n<p>Para o representante dos m\u00e9dicos, a administra\u00e7\u00e3o dos recursos da sa\u00fade tem sido preocupa\u00e7\u00e3o recorrente dos Conselhos de Medicina, pois a qualidade da gest\u00e3o tem impacto direto na assist\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o e na atua\u00e7\u00e3o dos profissionais. &#8220;A popula\u00e7\u00e3o brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos est\u00e3o sendo bem aplicados. Especialmente na \u00e1rea da sa\u00fade, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, m\u00e9dicos e outros profissionais de sa\u00fade enfrentam todos os dias&#8221;, declarou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM Cerca de R$ 174 bilh\u00f5es deixaram de ser aplicados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade entre os anos de 2003 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4663,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-4662","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4662","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4662"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4662\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4664,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4662\/revisions\/4664"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4663"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4662"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4662"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4662"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}