{"id":4631,"date":"2018-01-30T13:26:44","date_gmt":"2018-01-30T13:26:44","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=4631"},"modified":"2018-01-30T13:26:44","modified_gmt":"2018-01-30T13:26:44","slug":"9-dos-idosos-do-pais-consomem-alcool-diariamente-diz-datafolha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2018\/01\/9-dos-idosos-do-pais-consomem-alcool-diariamente-diz-datafolha\/","title":{"rendered":"9% dos idosos do pa\u00eds consomem \u00e1lcool diariamente, diz Datafolha"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Folha de SP<\/p>\n<p>Assunto cercado de tabus, o consumo excessivo de \u00e1lcool na velhice \u00e9 um problema de sa\u00fade e social pouco abordado nas pol\u00edticas p\u00fablicas, hoje direcionadas aos consumidores mais jovens.<\/p>\n<p>Pesquisa Datafolha in\u00e9dita mostra que quase um em cada dez homens idosos brasileiros (9%) bebe todos os dias, cinco vezes a m\u00e9dia do pa\u00eds (2%) e o dobro do percentual de beberr\u00f5es (4%).<\/p>\n<p>Entre as idosas, 81% n\u00e3o bebem, contra 57% dos idosos, o que confirma a tend\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o em geral de as mulheres serem menos expostas ao \u00e1lcool que os homens (63% delas n\u00e3o bebem, contra 6% dos homens).<\/p>\n<p>O alcoolismo causa um grande impacto nos sistemas nervoso, cardiovascular, circulat\u00f3rio e gastrointestinal.<\/p>\n<p>Se a bebida for associada ao uso de cigarros ou calmantes, situa\u00e7\u00e3o frequente entre os idosos, o estrago \u00e9 ainda maior porque somam-se efeitos delet\u00e9rios, segundo a psiquiatra Ana Cec\u00edlia Marques, professora da Unifesp.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 degenera\u00e7\u00f5es do sistema nervoso central, como as dem\u00eancias, danos ao sistema cardiovascular, como hipertens\u00e3o arterial e os AVCs. No sistema gastrointestinal, podem surgir c\u00e2nceres e hepatites com cirrose hep\u00e1tica. Ainda s\u00e3o comuns casos de diabetes alco\u00f3lica e de infec\u00e7\u00e3o causadas por queda do sistema imunol\u00f3gico.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo a psiquiatra, alguns estudos apontam que a taxa de depend\u00eancia de idosos a calmantes chega a 10%. &#8220;Imagina esses 9% de dependentes de \u00e1lcool [da pesquisa Datafolha] somados aos dependentes de calmantes. O impacto \u00e9 imprevis\u00edvel. \u00c9 pior do que droga na cabe\u00e7a de adolescente porque a vulnerabilidade \u00e9 muito maior.&#8221;<\/p>\n<p>Para Ana Cec\u00edlia Marques, o idoso alco\u00f3latra \u00e9 um &#8220;paciente invis\u00edvel&#8221;, que muitas vezes desenvolve a depend\u00eancia ap\u00f3s a aposentadoria, o div\u00f3rcio ou a viuvez. O administrador Roberto N. enfrentou essa situa\u00e7\u00e3o, tendo desenvolvido um quadro de alcoolismo ap\u00f3s aposentar-se aos 65 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Aquele que bebe desde cedo tem problemas de sa\u00fade antes, j\u00e1 com 40 ou 50 anos. O que come\u00e7a a beber mais tarde \u00e9, em geral, solit\u00e1rio. Ele n\u00e3o busca ajuda, o \u00e1lcool acaba sendo uma automedica\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>O uso do \u00e1lcool tamb\u00e9m pode desencadear ou potencializar dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos, como a depress\u00e3o, muito associada aos suic\u00eddios entre os idosos. &#8220;O \u00e1lcool sozinho j\u00e1 aumenta a taxa de suic\u00eddio. E os calmantes tamb\u00e9m. Eles d\u00e3o uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio da ang\u00fastia e a pessoa vai perdendo o controle da situa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p><b>SOLID\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>O cl\u00ednico-geral Paulo Olzon concorda que a solid\u00e3o, a morte de amigos e parentes e a consequente perda de refer\u00eancias seja um importante desencadeador do alcoolismo na velhice.<\/p>\n<p>Ele argumenta, por\u00e9m, que os m\u00e9dicos t\u00eam pouco a fazer diante da recusa do paciente em aceitar ajuda. &#8220;Os idosos dificilmente admitem o consumo excessivo de \u00e1lcool, acham que t\u00eam controle sobre a bebida.&#8221;<\/p>\n<p>Para ele, \u00e9 preciso respeitar a autonomia do paciente. &#8220;Tem idoso que fala: &#8216;quero comer e beber at\u00e9 morrer. J\u00e1 sou aposentado, n\u00e3o estou atrapalhando ningu\u00e9m e quero viver do meu jeito&#8217;. Acabou o tempo de m\u00e9dico exercer papel de pai.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo Ana Cec\u00edlia Marques, \u00e9 comum o idoso ter descontrole nos n\u00edveis da press\u00e3o arterial ou da glicemia por causa da bebida e esconder isso do m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Ela diz que, em alguns pacientes, beber uma vez por semana j\u00e1 traz problemas. Entre os entrevistados pela Datafolha, 35% se enquadram nessa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Eles nem bebem muito porque n\u00e3o aguentam. V\u00e3o cair muito antes do que uma pessoa mais jovem. Se eles bebem tr\u00eas ou quatro doses, elas j\u00e1 fazem efeito de dez.&#8221;<\/p>\n<p>Ana Cec\u00edlia diz que faltam pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas para o \u00e1lcool e outras drogas e, entre os idosos, a aus\u00eancia \u00e9 ainda maior. &#8220;Fala-se muito do consumo de \u00e1lcool na adolesc\u00eancia, mas quase nada na velhice.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4632\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/consumoalcool.png\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"2250\" srcset=\"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/consumoalcool.png 620w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/consumoalcool-600x2177.png 600w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/consumoalcool-83x300.png 83w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/consumoalcool-282x1024.png 282w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/p>\n<p><b>CIGARRO<\/b><\/p>\n<p>De acordo com o Datafolha, a taxa de fumantes \u00e9 menor entre idosos (14%, contra o pico de 22% dos 35 aos 59 anos), mas a porcentagem entre idosos dos que nunca fumaram \u00e9 a mais baixa (55%, contra 71% dos que t\u00eam de 16 a 24 anos). Dos brasileiros, 61% nunca fumaram, 19% fumam e 20% largaram o cigarro.<\/p>\n<p>Mulheres s\u00e3o menos expostas ao fumo que homens: 68% nunca fumaram, 16% fumam (55% e 22% para eles). Dentre mulheres idosas, 64% nunca fumaram, contra apenas 43% dos homens idosos, ou seja, a maioria dos homens idosos foi exposta ao cigarro; 39% deles largaram e 18% ainda fumam. Fumantes idosas s\u00e3o 11% entre as mulheres de 60+.<\/p>\n<p>Segundo Jaqueline Scholz, cardiologista do Programa de Tabagismo do InCor (Instituto do Cora\u00e7\u00e3o do Hospital das Cl\u00ednicas da USP), dificilmente as pessoas come\u00e7am a fumar na velhice. &#8220;Normalmente, ela inicia na juventude e passa a vida toda fumando. Quando idosa, n\u00e3o acredita que vai conseguir parar.&#8221;<\/p>\n<p>De acordo com o Datafolha, pessoas menos escolarizadas fumam mais no geral, contudo, entre os idosos, s\u00e3o os graduados que fumam mais (18%), como \u00e9 o caso do casal Rosaly e Sylvio Bocchini, que fumaram por mais de cinco d\u00e9cadas at\u00e9 abandonarem, h\u00e1 tr\u00eas anos, o v\u00edcio do cigarro.<\/p>\n<p>Em geral, explica a m\u00e9dica, o v\u00ednculo emocional do idoso com o cigarro \u00e9 grande e a dificuldade de se livrar da depend\u00eancia \u00e9 maior.<\/p>\n<p>A maioria chega para o tratamento pelas m\u00e3os de parentes. A terapia envolve antidepressivos e medicamento antitabaco.<\/p>\n<p>&#8220;Quando conseguem, melhoram muito a qualidade de vida. T\u00eam aumento da capacidade respirat\u00f3ria, melhoram da tosse, sentem menos cansa\u00e7o, recuperam a voz&#8221;, explica a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Nessa fase da vida, diz ela, parar de fumar costuma ser para valer. &#8220;Muitos se sentem t\u00e3o bem que questionam por que n\u00e3o pararam antes.&#8221;<\/p>\n<div id=\"player-wrapper-27244235295435270\"><b>ALCOOLISMO NA APOSENTADORIA<\/b><\/div>\n<p>Foi numa noite quente de julho do ano passado que o administrador de empresas Roberto N., 77, diz que ter chegado &#8220;ao fundo do po\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p>Ele havia sa\u00eddo \u00e0s 11h para dar uma volta e s\u00f3 foi encontrado oito horas depois pelo filho ca\u00e7ula. Estava b\u00eabado, desacordado na mesa de um bar, a poucos metros da sua casa, na regi\u00e3o da avenida Paulista, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Com um curr\u00edculo que inclui gradua\u00e7\u00e3o em direito, MBA em administra\u00e7\u00e3o pela FGV e passagem por importantes empresas de S\u00e3o Paulo, Roberto conta que s\u00f3 a partir daquele epis\u00f3dio \u00e9 que percebeu a sua impot\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao \u00e1lcool.<\/p>\n<p>&#8220;Recebi um ultimato da mulher e dos filhos. &#8216;Roberto, ou voc\u00ea para de beber ou a fam\u00edlia acaba aqui'&#8221;, lembra emocionado. Dias depois, buscou ajuda em um grupo AA (Alco\u00f3licos An\u00f4nimos).<\/p>\n<p>Roberto lembra que at\u00e9 a aposentadoria bebia &#8220;sem grandes problemas&#8221;. &#8220;Na adolesc\u00eancia, era um garot\u00e3o de praia. Bebia para me sentir confiante com as mo\u00e7as. Gostava de cuba libre, gin t\u00f4nica, hi-fi&#8221;, diverte-se.<\/p>\n<p>Depois, j\u00e1 formado e bem-sucedido no mercado de trabalho, costumava beber depois do expediente ou em almo\u00e7os de neg\u00f3cio. &#8220;Mas n\u00e3o bebia todos os dias. Era um pai bastante presente.&#8221;<\/p>\n<p>Em 1974, tr\u00eas anos depois de se casar e j\u00e1 trabalhando na \u00e1rea de investimentos de um banco, veio o primeiro grande trauma: quase morreu no inc\u00eandio do edif\u00edcio Joelma. &#8220;Queimei muito as m\u00e3os e os p\u00e9s. V\u00e1rios colegas morreram&#8221;, lembra.<\/p>\n<p>Duas d\u00e9cadas depois, viria a segunda grande dor: perdeu um filho para uma doen\u00e7a card\u00edaca grave. &#8220;N\u00e3o uso esses traumas para justificar o meu alcoolismo, mas eles mexeram muito comigo.&#8221;<\/p>\n<p>Ao se aproximar dos 60 anos, j\u00e1 n\u00e3o conseguia mais emprego. &#8220;Essa frustra\u00e7\u00e3o, sim, me empurrou para a bebida desbragadamente.&#8221;<\/p>\n<p>Quando se aposentou, aos 65 anos, a depend\u00eancia do \u00e1lcool ficou clara. &#8220;J\u00e1 n\u00e3o precisava esperar o fim do expediente. Comecei a beber de manh\u00e3, \u00e0 tarde e \u00e0 noite.&#8221;<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca fez dois tratamentos, com medicamentos. &#8220;Cheguei a ficar um ano sem beber. Mas a\u00ed achava que j\u00e1 tinha controle e voltava a beber. Com duas cervejas e duas doses de conhaque, &#8216;pimba&#8217;!&#8221;.<\/p>\n<p>Roberto tamb\u00e9m era dependente do tabaco. Fumou da adolesc\u00eancia at\u00e9 2014, quando descobriu um c\u00e2ncer de pulm\u00e3o. O tumor veio a se somar a um enfisema pulmonar e a uma doen\u00e7a card\u00edaca, os tr\u00eas associados ao cigarro.<\/p>\n<p>Seis meses se passaram desde a fat\u00eddica noite de julho. Desde ent\u00e3o, Roberto segue s\u00f3brio. N\u00e3o perde nenhuma reuni\u00e3o do AA. &#8220;Eu reconquistei o respeito da minha fam\u00edlia, o meu autorrespeito. Meu maior lema \u00e9: evite o primeiro gole a cada 24 horas. \u00c9 o primeiro gole que vai te levar para a desgra\u00e7a. N\u00e3o \u00e9 o \u00faltimo.&#8221;<\/p>\n<p><b>AP\u00d3S OS 70, CASAL ABANDONA CIGARRO<\/b><\/p>\n<p>&#8220;Como o senhor vai&#8221;? Ao atender o telefone e ouvir essa pergunta a fil\u00f3sofa e escritora Rosaly Bocchino, 75, decidiu levar a s\u00e9rio um tratamento para parar de fumar.<\/p>\n<p>Tabagista h\u00e1 mais de cinco d\u00e9cadas, ela tinha uma les\u00e3o nas cordas vocais e uma voz muito rouca que, al\u00e9m de ser confundida com a de um homem no telefone, preocupava a fam\u00edlia e os m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>A depend\u00eancia come\u00e7ou aos 18 anos, quando cursava faculdade de filosofia em S\u00e3o Paulo. &#8220;Tinha uma grande amiga que fumava e eu comecei a fumar tamb\u00e9m, sempre escondida dos meus pais.&#8221; Com o tempo, o cigarro se tornou um companheiro. &#8220;Fumava at\u00e9 enquanto esculpia.&#8221;<\/p>\n<p>Na gravidez, chegou a marcar o cigarro com v\u00e1rios tracinhos para fracion\u00e1-lo e se policiava para dar apenas duas tragadas quando a vontade se tornava insuport\u00e1vel. Depois, conseguiu parar at\u00e9 o fim da gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A m\u00e3e tentou livr\u00e1-la do v\u00edcio com rem\u00e9dio homeop\u00e1tico, mas n\u00e3o funcionou. Mais tarde, outros dois tratamentos para o tabagismo tamb\u00e9m n\u00e3o deram certo.<\/p>\n<p>O marido, o cirurgi\u00e3o do aparelho digestivo Sylvio Bocchino, 79, tamb\u00e9m era fumante, por\u00e9m, mais moderado. Enquanto Rosaly chegava a fumar um ma\u00e7o e meio de cigarro por dia, ele n\u00e3o passava de doze unidades.<\/p>\n<p>&#8220;Fumava a caminho do trabalho, na volta, depois das refei\u00e7\u00f5es. Fora da rotina, extrapolava mais. Mas n\u00e3o pensava em largar porque nunca tive nenhuma consequ\u00eancia para a sa\u00fade&#8221;, diz o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>No dia em que Rosaly marcou a consulta para iniciar o derradeiro tratamento contra o tabagismo, Bocchino decidiu que iria &#8220;apenas acompanh\u00e1-la&#8221;. &#8220;A m\u00e9dica perguntou se eu n\u00e3o ia fazer tamb\u00e9m [o tratamento] e eu disse que n\u00e3o, que n\u00e3o precisava porque fumava muito pouco.&#8221;<\/p>\n<p>Quando a mulher saiu do consult\u00f3rio, a m\u00e9dica voltou a insistir que ele tamb\u00e9m parasse de fumar. &#8220;Decidi que faria por solidariedade [a ela]. E assim come\u00e7amos os dois o tratamento, diminuindo aos poucos o consumo at\u00e9 que paramos de vez. Passaram-se 15 dias, um m\u00eas e l\u00e1 se v\u00e3o tr\u00eas anos sem fumar!&#8221;<\/p>\n<p>Bocchino diz que ainda hoje se surpreende com a facilidade com que abandonaram o cigarro. &#8220;Eu fiquei mais admirado com ela, que tinha um v\u00edcio pesado.&#8221; Ambos usaram medica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Rosaly conta que o in\u00edcio foi bem dif\u00edcil, mas que a estrat\u00e9gia usada pela m\u00e9dica foi muito eficaz. &#8220;Ela n\u00e3o proibiu nada de cara. Fui diminuindo aos poucos.&#8221;<\/p>\n<p>Hoje, percebe os ganhos de uma vida sem tabaco. &#8220;O paladar melhorou muito, eu j\u00e1 n\u00e3o tinha mais vontade de comer. A respira\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 outra. Antes, ficava cansada, puxava o ar e n\u00e3o vinha. Minha habitual tosse acabou.&#8221;<\/p>\n<p>O casal tamb\u00e9m abandonou o h\u00e1bito, muito associado ao cigarro, de tomar um drinque no final do dia. &#8220;Substitu\u00edmos pela Netflix&#8221;, diverte-se Rosaly.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Folha de SP Assunto cercado de tabus, o consumo excessivo de \u00e1lcool na velhice \u00e9 um problema de sa\u00fade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4632,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-4631","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4631","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4631"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4631\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4633,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4631\/revisions\/4633"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4632"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4631"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4631"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4631"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}