{"id":4107,"date":"2017-09-18T11:38:08","date_gmt":"2017-09-18T11:38:08","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=4107"},"modified":"2017-09-18T11:38:08","modified_gmt":"2017-09-18T11:38:08","slug":"hospitais-investem-em-atendimento-para-estrangeiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2017\/09\/hospitais-investem-em-atendimento-para-estrangeiros\/","title":{"rendered":"Hospitais investem em atendimento para estrangeiros"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-1339\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/medicina_set2121-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/>fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n<p>A cada ano, milhares de turistas estrangeiros desembarcam no Brasil sem estar interessados em praias, cachoeiras ou museus. O que os atrai s\u00e3o hospitais e tratamentos m\u00e9dicos aos quais n\u00e3o t\u00eam acesso em seus pa\u00edses de origem por raz\u00f5es como atraso tecnol\u00f3gico ou altos custos.<\/p>\n<p>O destino desses pacientes s\u00e3o hospitais privados de excel\u00eancia que, de olho na demanda crescente, investem em servi\u00e7os exclusivos para estrangeiros. Um deles \u00e9 o S\u00edrio-Liban\u00eas, que viu o n\u00famero desses clientes crescer 68% em tr\u00eas anos \u2013 foram 6,7 mil estrangeiros atendidos no ano passado, ante 4.007 em 2013. Os n\u00fameros incluem tanto os que praticam turismo m\u00e9dico, ou seja, viajam exclusivamente para fazer um tratamento, quanto estrangeiros que vivem no Brasil. O primeiro grupo representa 60% do total de atendimentos.<\/p>\n<p>Paulo Ishibashi, diretor de rela\u00e7\u00f5es com o mercado do S\u00edrio-Liban\u00eas,\u00a0conta que a maioria dos pacientes estrangeiros vem de pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul: Uruguai, Paraguai, Venezuela e Bol\u00edvia. Entre as especialidades mais procuradas est\u00e3o oncologia, cardiologia, ortopedia e neurocirurgia.<\/p>\n<p>Diagnosticada neste ano com c\u00e2ncer na regi\u00e3o do pesco\u00e7o, a uruguaia Martha Ribeiro, de 58 anos, viajou para o Brasil para se tratar no S\u00edrio-Liban\u00eas. \u201cAqui h\u00e1 equipamentos mais modernos. J\u00e1 conhecia porque trouxe meu pai, com c\u00e2ncer, h\u00e1 quatro anos. No caso dele, a maior parte do tratamento foi no Uruguai e o tumor evoluiu. Desta vez, n\u00e3o quis esperar\u201d, conta o filho dela, o engenheiro Anthony Figueroa, de 32 anos.<\/p>\n<p>No Hospital Samaritano do Rio, s\u00e3o cerca de 800 estrangeiros atendidos por ano. A unidade conta com um departamento para o relacionamento com esse p\u00fablico, com equipes m\u00e9dicas fluente em seis l\u00ednguas (ingl\u00eas, espanhol, italiano, franc\u00eas, alem\u00e3o e hebraico), grupo multidisciplinar exclusivo e profissionais administrativos bil\u00edngues. Parte dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e semi-intensiva conta com equipamentos de tradu\u00e7\u00e3o nas camas e em tablets dispon\u00edveis para o uso dos pacientes.<\/p>\n<p>No Hospital do Cora\u00e7\u00e3o (HCor), 350 estrangeiros procuram atendimento todos os anos. \u201cA maioria \u00e9 da Am\u00e9rica do Sul ou de Angola, por causa do idioma. Somos refer\u00eancia na \u00e1rea de cardiologia, mas muitos nos procuram para cirurgia de tumor de cabe\u00e7a tamb\u00e9m\u201d, explica Marina Cervantes, gerente de Relacionamento com Pacientes e M\u00e9dicos do HCor.<\/p>\n<p><strong>Mapeamento.<\/strong>\u00a0O Hospital Alem\u00e3o Oswaldo Cruz tem mapeado os enfermeiros que falam outras l\u00ednguas, al\u00e9m de contar com servi\u00e7o de atendimento com funcion\u00e1rios que dominam ao menos o ingl\u00eas e o alem\u00e3o. \u201cN\u00e3o h\u00e1 uma especialidade principal, mas algumas se destacam na procura, como urologia, cirurgia digestiva e ortopedia\u201d, diz Fabio Katayama, superintendente operacional do Hospital Alem\u00e3o Oswaldo Cruz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Estad\u00e3o A cada ano, milhares de turistas estrangeiros desembarcam no Brasil sem estar interessados em praias, cachoeiras ou museus. 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