{"id":2556,"date":"2017-03-20T13:54:03","date_gmt":"2017-03-20T13:54:03","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=2556"},"modified":"2017-03-20T13:54:03","modified_gmt":"2017-03-20T13:54:03","slug":"75-dos-medicos-e-enfermeiros-de-sp-sofrem-violencia-no-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2017\/03\/75-dos-medicos-e-enfermeiros-de-sp-sofrem-violencia-no-trabalho\/","title":{"rendered":"75% dos m\u00e9dicos e enfermeiros de SP sofrem viol\u00eancia no trabalho"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-248\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Cremesp-SP-300x217.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"217\" srcset=\"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Cremesp-SP-300x217.jpg 300w, https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/Cremesp-SP.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>fonte: Veja<\/p>\n<p><strong>Profissionais<\/strong> de <strong>sa\u00fade<\/strong> t\u00eam sido v\u00edtimas constantes de <strong>viol\u00eancia<\/strong> no ambiente de trabalho. Uma pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de S\u00e3o Paulo (Cremesp) e pelo Conselho Regional de Enfermagem de S\u00e3o Paulo (Coren-SP) mostrou que 75% dos <strong>m\u00e9dicos<\/strong> e <strong>enfermeiros<\/strong> do estado j\u00e1 sofreram algum tipo de viol\u00eancia no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, foram relatados casos de viol\u00eancia verbal, seguidos de agress\u00e3o psicol\u00f3gica e, por fim, f\u00edsica.<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada com 5.658 m\u00e9dicos e profissionais de enfermagem no in\u00edcio do ano. O levantamento concluiu que a maioria dos casos de viol\u00eancia ocorreu no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). No geral, os principais agressores foram familiares ou acompanhantes de pacientes, seguido pelos pr\u00f3prios pacientes, durante o atendimento.<\/p>\n<p><strong>Falta de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Para Br\u00e1ulio Luna Filho, conselheiro do Cremesp, os m\u00e9dicos n\u00e3o s\u00e3o preparados, em sua forma\u00e7\u00e3o, para lidarem com pacientes que os contestam, o que gera conflito.<\/p>\n<p>\u201cA viol\u00eancia \u00e9 universal, mas no sistema privado \u00e9 mais comum haver uma resposta a isso, como a cria\u00e7\u00e3o de centros de acolhimento. No SUS, n\u00e3o h\u00e1 esse suporte.\u201d, disse Luna Filho, durante o\u00a0Encontro das Comiss\u00f5es de \u00c9tica de Medicina e de Enfermagem.<\/p>\n<p>Apesar disso, a maioria (cerca de 70%) dos profissionais n\u00e3o fez nenhum tipo de den\u00fancia. As principais raz\u00f5es para a omiss\u00e3o entre os m\u00e9dicos foi \u201cn\u00e3o acreditar que a den\u00fancia fosse levada adiante pelas autoridades\u201d e \u201cdificuldades para efetivar o registro das den\u00fancias\u201d. J\u00e1 entre os enfermeiros foi pela \u201caus\u00eancia de\u00a0pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s v\u00edtimas\u201d e \u201cmedo de perder o emprego\u201d.<\/p>\n<p>Entre os enfermeiros que denunciaram, a maior parte o relatou o ocorrido para a chefia imediata, no entanto, poucos (17,4%) disseram que a situa\u00e7\u00e3o foi resolvida. Para os m\u00e9dicos, foi questionado se o profissional continuou trabalhando no mesmo local: 66,5% disseram que sim, pois conseguiram superar o ocorrido. Por outro lado,\u00a0\u00a0quando questionados se a viol\u00eancia ainda acontece no local de trabalho, 63,9% dos m\u00e9dicos e 62,7% dos enfermeiros entrevistados disseram que sim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Veja Profissionais de sa\u00fade t\u00eam sido v\u00edtimas constantes de viol\u00eancia no ambiente de trabalho. 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