{"id":2378,"date":"2017-02-13T12:30:37","date_gmt":"2017-02-13T12:30:37","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=2378"},"modified":"2017-02-13T12:30:37","modified_gmt":"2017-02-13T12:30:37","slug":"grupo-estuda-bafometro-para-detectar-diabete","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2017\/02\/grupo-estuda-bafometro-para-detectar-diabete\/","title":{"rendered":"Grupo estuda \u2018baf\u00f4metro\u2019 para detectar diabete"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2379\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/diabete-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/>fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n<p>O objetivo era criar um sensor para detectar gases t\u00f3xicos, mas um grupo de pesquisadores brasileiros, franceses e espanh\u00f3is acabou desenvolvendo um modelo de \u201cbaf\u00f4metro\u201d para livrar os pacientes com diabete das inc\u00f4modas picadas no dedo para verificar o \u00edndice de glicemia no sangue. O projeto teve in\u00edcio em 2014 e, com os aprimoramentos previstos e testes cl\u00ednicos, pode se tornar uma realidade em quatro anos.<\/p>\n<p>O dispositivo consegue detectar o n\u00edvel de glicemia no paciente por meio da acetona presente no h\u00e1lito dele. Segundo Luis Fernando da Silva, professor do Departamento de F\u00edsica da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), a acetona \u00e9 exalada no h\u00e1lito de todas as pessoas, mas aparece em maior quantidade nas pessoas com diabete.<\/p>\n<p>\u201cO paciente com diabete tem um n\u00edvel de acetona maior do que o de uma pessoa saud\u00e1vel. \u00c9 quase o dobro. Em uma pessoa saud\u00e1vel, fica em torno de 0,3 a 0,9 parte por milh\u00e3o de acetona. J\u00e1 na pessoa com diabete, \u00e9 superior a 1,8 parte por milh\u00e3o\u201d, afirma Silva. De acordo com ele, a ideia \u00e9 que o dispositivo seja confeccionado como uma esp\u00e9cie de \u201cbaf\u00f4metro\u201d. \u201cEle forneceria o n\u00edvel de diabete sem a necessidade de um exame invasivo\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Segundo Silva, o dispositivo utiliza um composto chamado tungstato de prata, que \u00e9 sens\u00edvel \u00e0 acetona. Inicialmente, o objetivo era detectar gases t\u00f3xicos utilizando o equipamento. \u201cReportamos como sensor de oz\u00f4nio, mas vimos que \u00e9 promissor como sensor de acetona, o que permitiria aplicar na \u00e1rea m\u00e9dica.\u201d<\/p>\n<p>Aprimoramento.\u00a0O pesquisador, que tamb\u00e9m \u00e9 integrante do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais \u2013 n\u00facleo ligado \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp) \u2013, diz que, embora o prot\u00f3tipo tenha se mostrado eficiente para detectar a subst\u00e2ncia mesmo em pequenas quantidades, ainda precisa de aprimoramentos.<\/p>\n<p>\u201cEle \u00e9 revers\u00edvel\u201d, diz o pesquisador. \u201cAp\u00f3s detectar, pode ser utilizado novamente. Estamos estudando a vida m\u00e9dia e, para chegar para a popula\u00e7\u00e3o, pode demorar em torno de quatro anos. Estamos pesquisando tamb\u00e9m materiais para ter uma a\u00e7\u00e3o melhor no caso de diabete. Para detectar, \u00e9 preciso aquecer at\u00e9 300 \u00b0C e sabemos que h\u00e1 materiais que funcionam em temperatura ambiente.\u201d<\/p>\n<p>O grupo \u00e9 formado por pesquisadores da UFSCar, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Universidade Estadual do Piau\u00ed (UEP), Universitat Jaume I (Castell\u00f3n, Espanha) e da Aix-Marseille Universit\u00e9 (Marseille, Fran\u00e7a).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Estad\u00e3o O objetivo era criar um sensor para detectar gases t\u00f3xicos, mas um grupo de pesquisadores brasileiros, franceses e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-2378","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2378","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2378"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2378\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2380,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2378\/revisions\/2380"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2378"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2378"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2378"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}