{"id":1856,"date":"2016-11-01T08:07:16","date_gmt":"2016-11-01T08:07:16","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=1856"},"modified":"2016-11-01T08:07:16","modified_gmt":"2016-11-01T08:07:16","slug":"paciente-supera-cancer-e-retorna-ao-hospital-onde-se-curou-como-medico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2016\/11\/paciente-supera-cancer-e-retorna-ao-hospital-onde-se-curou-como-medico\/","title":{"rendered":"Paciente supera c\u00e2ncer e retorna ao hospital onde se curou como m\u00e9dico"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-1857\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/daniel-300x194.jpg\" alt=\"daniel\" width=\"300\" height=\"194\" \/>fonte: G1<\/p>\n<p>Hugo Martins de Oliveira foi de paciente com c\u00e2ncer a m\u00e9dico oncologista, curado, em alguns anos. Ele chegou crian\u00e7a ao hospital, livrou-se da doen\u00e7a e hoje trabalha no mesmo lugar em que foi curado, em <a class=\"premium-tip\" href=\"http:\/\/g1.globo.com\/pr\/parana\/cidade\/curitiba.html\">Curitiba<\/a>.<\/p>\n<p>Todos os dias, ele passa pelos mesmos corredores que conheceu com 14 anos. Ele teve um linfoma, um tipo de c\u00e2ncer, e decidiu estudar para passar a vida como m\u00e9dico. Hoje, aos 30 anos, luta para ajudar no tratamento de outras crian\u00e7as com a mesma doen\u00e7a que teve.<\/p>\n<p>&#8220;Nasci para isso. Acabou que o tratamento, o momento em que passei aqui, foi uma abertura de olhos para eu poder saber da realidade e me apaixonar e lutar para que isso se tornasse realidade hoje&#8221;, diz<\/p>\n<p>De fam\u00edlia simples, de Astorga, no norte do Paran\u00e1, Oliveira fez todo o tratamento pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Para poder estudar, conseguiu financiamento do governo federal. Fez resid\u00eancia em pediatria e agora em oncologia, onde encontrou quem cuidou dele.<\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00ea n\u00e3o acredita quem est\u00e1 est\u00e1 aqui como residente, como m\u00e9dico. Eu falei: &#8216;Quem?&#8217;. O paciente Hugo. S\u00e9rio? Nossa, eu tenho que me esconder porque eu t\u00f4 ficando velha. N\u00e3o \u00e9 muito gratificante!&#8221;, brinca a enfermeira Celmira Borth.<\/p>\n<p>Quem salvou a vida dele, h\u00e1 16 anos, agora orienta a carreira como m\u00e9dico. A m\u00e9dica Flora Watanabe, que assinou o laudo \u00e0 \u00e9poca, diz ficar feliz porque a doen\u00e7a, em vez de deixar traumas, abriu caminhos.<\/p>\n<p>&#8220;Ele \u00e9 \u00f3timo. Pelo fato de ele ter passado o outro lado da hist\u00f3ria, que \u00e9 o lado do paciente, ele \u00e9 muito carinhoso, atencioso&#8221;, afirma a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>O jovem oncologista comenta que consegue entender melhor os pacientes por j\u00e1 ter vivido algo parecido.<\/p>\n<p>&#8220;Quando uma crian\u00e7a est\u00e1 passando por isso, eu consigo entender um pouco dessa carga que tem do lado do paciente, que s\u00e3o os medos, a inseguran\u00e7a, passar por mais um procedimento e, sabendo j\u00e1 como \u00e9 o efeito colateral, como vai ser nos dias seguintes&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Durante a reportagem, ele encontrou a menina Raimelly Moreira, de cinco anos. A pequena paciente confessou ter o mesmo sonho de Oliveira: curar-se e tornar-se m\u00e9dica. &#8220;S\u00e9rio? Parab\u00e9ns, linda. Eu acredito nisso quero acompanhar tudo isso para tornar esse sonho uma realidade. T\u00e1 bom? Mere\u00e7o um abra\u00e7o?&#8221;, pede o m\u00e9dico, recebendo o que pediu logo na sequ\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: G1 Hugo Martins de Oliveira foi de paciente com c\u00e2ncer a m\u00e9dico oncologista, curado, em alguns anos. 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