{"id":1690,"date":"2016-10-03T12:21:29","date_gmt":"2016-10-03T12:21:29","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=1690"},"modified":"2016-10-03T12:21:29","modified_gmt":"2016-10-03T12:21:29","slug":"ministro-muda-voto-sobre-remedios-fora-do-sus-ou-sem-aval-da-anvisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2016\/10\/ministro-muda-voto-sobre-remedios-fora-do-sus-ou-sem-aval-da-anvisa\/","title":{"rendered":"Ministro muda voto sobre rem\u00e9dios fora do SUS ou sem aval da Anvisa"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-1691\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/stf_remedios-300x180.jpg\" alt=\"stf_remedios\" width=\"300\" height=\"180\" \/>fonte: O Globo<\/p>\n<p>O ministro Marco Aur\u00e9lio Mello, do Supremo Tribunal Federal, alterou seu voto na sess\u00e3o desta quarta, quando a Corte retoma o julgamento que decide se o Estado deve custear medicamentos de alto pre\u00e7o que est\u00e3o fora do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) e\/ou que ainda n\u00e3o t\u00eam autoriza\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa).<\/p>\n<p>Quando o julgamento come\u00e7ou, no \u00faltimo dia 15 de setembro, ele votou afirmando que o poder p\u00fablico deveria arcar com medicamentos fora do SUS que s\u00e3o imprescind\u00edveis para pacientes, contanto que estes provassem n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de pagar pelo tratamento. Na mesma sess\u00e3o, ele decidiu ainda que os governos n\u00e3o deveriam financiar medicamentos que n\u00e3o t\u00eam autoriza\u00e7\u00e3o da Anvisa.<\/p>\n<p>Nesta quarta, por\u00e9m, ele alterou sua posi\u00e7\u00e3o, afirmando que munic\u00edpios, estados ou a Uni\u00e3o t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de pagar pelos medicamentos, mesmo aqueles sem o aval da Anvisa. Mas os pacientes, segundo o voto dele, ainda precisam provar que o determinado rem\u00e9dio \u00e9 indispens\u00e1vel e que ele n\u00e3o tem meios de adquirir a droga por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>O julgamento foi retomado nesta quarta, quando espera-se que outros 10 ministros divulguem seus posicionamentos sobre a quest\u00e3o. A an\u00e1lise da quest\u00e3o pelo Supremo vem ganhando repercuss\u00e3o por todo o pa\u00eds, mobilizando, principalmente, grupos que representam pacientes com doen\u00e7as raras. Muitos deles precisam de medicamentos que n\u00e3o est\u00e3o no SUS ou que, embora aprovados em outros pa\u00edses, ainda n\u00e3o receberam a autoriza\u00e7\u00e3o da Anvisa para serem comercializados no Brasil.<\/p>\n<p>Familiares de pacientes com doen\u00e7as raras foram ao STF protestar pela libera\u00e7\u00e3o do custeio dos medicamentos. Na \u00faltima sess\u00e3o, o ministro Lu\u00eds Roberto Barroso pediu vista para analisar o caso.<\/p>\n<p>Entre os argumentos contr\u00e1rios a libera\u00e7\u00e3o de medicamentos de alto custo no SUS, est\u00e1 a posi\u00e7\u00e3o de que custear esses rem\u00e9dios causaria enorme impacto financeiro no sistema de sa\u00fade, o que faria com que enorme parcela da popula\u00e7\u00e3o fosse prejudicada em servi\u00e7os b\u00e1sicos.<\/p>\n<div id=\"clover-test-1471967303-2\" class=\"clover-test\">\u00a0\u2014 A Uni\u00e3o defende que o planejamento e a organiza\u00e7\u00e3o do sistema sejam preservados, para que seja poss\u00edvel atender a coletividade. A integralidade do sistema n\u00e3o deve ser compreendida. N\u00e3o se est\u00e1 aqui, de forma alguma, desconsiderando as situa\u00e7\u00f5es graves que atingem o cidad\u00e3o brasileiro, mas o fato \u00e9 que os recursos do Estado s\u00e3o limitados. \u00c9 preciso ter uma forma sistematizada para atender a coletividade \u2014 argumentou na ocasi\u00e3o a advogada geral da Uni\u00e3o, Grace Maria Mendon\u00e7a.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: O Globo O ministro Marco Aur\u00e9lio Mello, do Supremo Tribunal Federal, alterou seu voto na sess\u00e3o desta quarta, quando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-1690","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1690","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1690"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1690\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1692,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1690\/revisions\/1692"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1690"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1690"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1690"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}