{"id":151,"date":"2016-02-02T12:43:26","date_gmt":"2016-02-02T12:43:26","guid":{"rendered":"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=151"},"modified":"2016-02-02T12:43:26","modified_gmt":"2016-02-02T12:43:26","slug":"hospitais-combatem-com-big-data-mortalidade-em-uti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2016\/02\/hospitais-combatem-com-big-data-mortalidade-em-uti\/","title":{"rendered":"Hospitais combatem com Big Data mortalidade em UTI"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-152\" src=\"http:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/tec_med-300x200.jpg\" alt=\"tec_med\" width=\"300\" height=\"200\" \/>fonte: Sa\u00fadeBusiness<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Cada vez mais as unidades de terapias intensivas (UTIs) t\u00eam trabalhado para reduzir mortes que poderiam ser evitadas e o Big Data tem se mostrado uma solu\u00e7\u00e3o eficaz nesse sentido. Os casos que apresentam maiores riscos s\u00e3o evidenciados pelos dados analisados (Big Data).<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Muitas das mortes em UTIs t\u00eam ra\u00edzes em complica\u00e7\u00f5es evit\u00e1veis, como infec\u00e7\u00f5es hospitalares, co\u00e1gulos sangu\u00edneos e delirium devido a seda\u00e7\u00e3o excessiva. Os programas de preven\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o s\u00e3o a\u00e7\u00f5es mais frequentes nos hospitais para evitar essas complica\u00e7\u00f5es, mas, segundo The Wall Street Journal, agora, alguns hospitais americanos est\u00e3o testando abordagem que incorpora anos de dados e registros m\u00e9dicos, muitos dos quais nunca foram analisados em conjunto antes.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Os esfor\u00e7os est\u00e3o voltados para os riscos menos previs\u00edveis, j\u00e1 que os mais previs\u00edveis conseguem ser mensurados pelo simples checklist. O <a href=\"http:\/\/www.fiercehealthcare.com\/story\/how-big-data-can-identify-risks-icu\/2015-06-29\">portal Fiercehealthcare<\/a> cita o exemplo do projeto \u201cRisky States\u201d, desenvolvido em conjunto entre o Beth Israel Deaconess Medical Center, o MIT \u2013 Massachusetts Institute of Technology e a empresa de TI Aptima. O trabalho consiste em usar o big data para medir de forma mais acurada os riscos de morte e complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\"><b>BIG DATA para UTI no Brasil\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Aplica\u00e7\u00f5es e investimentos com o mesmo objetivo tamb\u00e9m j\u00e1 s\u00e3o exemplos no Brasil. Recentemente a consultoria Everis e a multinacional NTT DATA anunciaram solu\u00e7\u00e3o de big data para unidades de terapia intensiva. O primeiro piloto est\u00e1 sendo feito em parceria com o Servi\u00e7o de Sa\u00fade da Andaluzia e com o Hospital Universit\u00e1rio Virgen del Rocio, na Espanha.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">O objetivo \u00e9 gerar efici\u00eancia e ter precis\u00e3o na tomada de decis\u00e3o cl\u00ednica e no estabelecimento de prioridades assistenciais a partir da an\u00e1lise de grandes quantidades de dados em tempo real com a tecnologia Big Data Analytics e sua intera\u00e7\u00e3o baseada em protocolos cl\u00ednicos.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Para Alexandre Grandi, l\u00edder de Sa\u00fade da Everis, o Brasil possui um cen\u00e1rio promissor devido ao envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, que exige em geral interna\u00e7\u00f5es de longo prazo, e o significativo aumento de interna\u00e7\u00f5es de pacientes com v\u00e1rias comorbidades.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">Segundo Francisco Murillo, diretor da unidade de terapia intensiva do Hospital Universit\u00e1rio Virgen del Roc\u00edo, \u201cse voc\u00ea aplicar algoritmos suficientemente evolu\u00eddos para gerar e propor os planos de tratamento mais adequados para os pacientes, com base nos registros m\u00e9dicos eletr\u00f4nicos e demais informa\u00e7\u00f5es monitoradas 24 horas por dia, isso permitir\u00e1 melhorar os protocolos de cuidados de sa\u00fade, aumentar a qualidade dos cuidados, a efici\u00eancia dos profissionais de UTI e reduzir efeitos adversos em pacientes\u201d.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">A brasileira Intensicare, em parceria com a Cerner, possuem um projeto de UTIs virtuais, que consiste na instala\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras de alta resolu\u00e7\u00e3o com sistemas de videoconfer\u00eancia nos leitos, interligando o prontu\u00e1rio eletr\u00f4nico do paciente aos equipamentos que est\u00e3o \u00e0 beira do leito. \u201cEsse big data ser\u00e1 processado e transformado em dados e alertas de predi\u00e7\u00e3o par os m\u00e9dicos especialistas que estar\u00e3o na central\u201d, explicou o presidente da Intensicare, Rodrigo Teixeira Aquino, em entrevista para o estudo Refer\u00eancias da Sa\u00fade.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">\u201cO sistema ir\u00e1 nos dizer, por exemplo, que determinado paciente est\u00e1 com 80% de chances de morrer de complica\u00e7\u00e3o cardiovascular nas pr\u00f3ximas 24 horas\u201d, disse. A previs\u00e3o do executivo \u00e9 que o programa reduza em at\u00e9 25% a mortalidade e de 25% a 30% no tempo de perman\u00eancia na UTI.<\/p>\n<p class=\"selectionShareable\">\u00c9 f\u00e1cil de perceber que essas integra\u00e7\u00f5es de dados, com base nos protocolos m\u00e9dicos, est\u00e3o trazendo mudan\u00e7as significativas para a efici\u00eancia e precis\u00e3o do processo de tomada de decis\u00e3o m\u00e9dica. Al\u00e9m disso, informa\u00e7\u00f5es valiosas para protocolos novos ou aperfei\u00e7oados podem ser recuperadas a partir dos dados acumulados gra\u00e7as ao big data.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Sa\u00fadeBusiness Cada vez mais as unidades de terapias intensivas (UTIs) t\u00eam trabalhado para reduzir mortes que poderiam ser evitadas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-151","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/151","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=151"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/151\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":153,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/151\/revisions\/153"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=151"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=151"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=151"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}