{"id":14746,"date":"2022-05-29T12:16:55","date_gmt":"2022-05-29T12:16:55","guid":{"rendered":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=14746"},"modified":"2022-05-24T12:18:57","modified_gmt":"2022-05-24T12:18:57","slug":"relatorio-aponta-que-numero-de-adultos-com-hipertensao-aumentou-37-em-15-anos-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2022\/05\/relatorio-aponta-que-numero-de-adultos-com-hipertensao-aumentou-37-em-15-anos-no-brasil\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio aponta que n\u00famero de adultos com hipertens\u00e3o aumentou 3,7% em 15 anos no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>fonte: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2022\/maio\/relatorio-aponta-que-numero-de-adultos-com-hipertensao-aumentou-3-7-em-15-anos-no-brasil\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade publicou um relat\u00f3rio apontando que o n\u00famero de adultos com diagn\u00f3stico m\u00e9dico de hipertens\u00e3o aumentou 3,7% em 15 anos no Brasil. Os \u00edndices sa\u00edram de 22,6% em 2006 a 26,3% em 2021. O relat\u00f3rio mostra ainda um aumento na preval\u00eancia do indicador entre os homens, variando 5,9% para mais.<\/p>\n<p>Os dados foram levantados pela Secretaria de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade (SVS) da pasta que levou em conta a evolu\u00e7\u00e3o temporal dos indicadores das \u00faltimas 16 edi\u00e7\u00f5es do principal inqu\u00e9rito de sa\u00fade do Brasil, o Vigitel, Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico.<\/p>\n<p>Adicionalmente, foi observada uma queda nos registros em determinadas faixas et\u00e1rias sendo a maior redu\u00e7\u00e3o observada entre adultos de 45 a 64 anos, variando de 32,3% em 2006 a 30,9% em 2021 para aqueles entre 45 e 54 anos; e variando entre 49,7% em 2006 e 49,4% em 2021 para aqueles entre 55 e 64 anos.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor do DASNT, Giovanny Fran\u00e7a, o intuito da produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o oportuna do relat\u00f3rio \u00e9 impulsionar a formula\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias para a qualifica\u00e7\u00e3o do cuidado da hipertens\u00e3o ao fornecer subs\u00eddios que permitem o conhecimento das necessidades de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cAs informa\u00e7\u00f5es de monitoramento exercem papel fundamental no processo de planejamento, implementa\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas, bem como no cumprimento das metas propostas nos planos de a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e controle de doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis, como um todo\u201d, finalizou.<\/p>\n<p><a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/publicacoes\/publicacoes-svs\/vigitel\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer ugc\" data-tippreview-enabled=\"false\" data-tippreview-image=\"\" data-tippreview-title=\"\">Acesse o Relat\u00f3rio Vigitel<\/a><\/p>\n<p>Segundo os dados mais recentes da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade, realizada em 2019, os Estados com maiores preval\u00eancias de diagn\u00f3stico m\u00e9dico de hipertens\u00e3o arterial s\u00e3o: Rio de Janeiro (28,1%), Minas Gerais (27,7%) e Rio Grande do Sul (26,6%). Os Estados com menores preval\u00eancias de diagn\u00f3stico m\u00e9dico de hipertens\u00e3o arterial s\u00e3o: Par\u00e1 (15,3%), Roraima (15,7%) e Amazonas (16%).<\/p>\n<p>O indicador se refere \u00e0 popula\u00e7\u00e3o brasileira com mais de 18 anos que referiu ter diagn\u00f3stico m\u00e9dico de hipertens\u00e3o arterial, exceto mulheres que tiveram diagn\u00f3stico durante a gravidez. Os dados da PNS, podem ser acessadas no painel de indicadores da\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.pns.icict.fiocruz.br\/painel-de-indicadores-mobile-desktop\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer ugc\" data-tippreview-enabled=\"false\" data-tippreview-image=\"\" data-tippreview-title=\"\">Pesquisa Nacional de Sa\u00fade<\/a>.<\/p>\n<h2>Mortalidade por doen\u00e7as hipertensivas<\/h2>\n<p>De acordo com o Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre Mortalidade (SIM), de 2010 a 2020, foram registradas 551.262 mortes por doen\u00e7as hipertensivas, sendo 292.339 em mulheres e 258.871 em homens. Entre os estados com maior taxa de mortalidade em 2020, est\u00e3o: Piau\u00ed (45,7 \u00f3bitos \/ 100 mil habitantes), Rio de Janeiro (44,6 \u00f3bitos \/ 100 mil habitantes) e Alagoas (38,8 \u00f3bitos \/ 100 mil habitantes).<\/p>\n<p>A Hipertens\u00e3o arterial integra um grupo de doen\u00e7as pass\u00edveis de serem evitadas por meio de h\u00e1bitos modific\u00e1veis relacionados ao consumo de \u00e1lcool, tabaco, alimenta\u00e7\u00e3o inadequada e sedentarismo, considerados fatores de risco para o desenvolvimento da doen\u00e7a.<\/p>\n<h2>A Hipertens\u00e3o<\/h2>\n<p>Considerada o principal fator de risco para as doen\u00e7as cardiovasculares, a Hipertens\u00e3o Arterial Sist\u00eamica (HAS), mais conhecida como \u201cpress\u00e3o alta\u201d, quando n\u00e3o controlada, leva a complica\u00e7\u00f5es como insufici\u00eancia card\u00edaca, insufici\u00eancia renal e acidente vascular cerebral, contribuindo de forma expressiva para a perda de anos de vida saud\u00e1vel na popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A hipertens\u00e3o arterial, por fazer parte do grupo das Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas n\u00e3o Transmiss\u00edveis, est\u00e1 relacionada a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel que prop\u00f5e, at\u00e9 2030, reduzir, em um ter\u00e7o, a mortalidade prematura por doen\u00e7as n\u00e3o transmiss\u00edveis por meio de preven\u00e7\u00e3o e tratamento, e promover a sa\u00fade mental e o bem-estar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade publicou um relat\u00f3rio apontando que o n\u00famero de adultos com diagn\u00f3stico m\u00e9dico [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14362,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-14746","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14746","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14746"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14746\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14749,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14746\/revisions\/14749"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14362"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14746"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14746"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}