{"id":14431,"date":"2022-04-11T11:50:56","date_gmt":"2022-04-11T11:50:56","guid":{"rendered":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=14431"},"modified":"2022-04-11T11:50:56","modified_gmt":"2022-04-11T11:50:56","slug":"por-que-mesmo-casos-leves-de-covid-aumentam-o-risco-de-diabetes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2022\/04\/por-que-mesmo-casos-leves-de-covid-aumentam-o-risco-de-diabetes\/","title":{"rendered":"Por que mesmo casos leves de Covid aumentam o risco de diabetes"},"content":{"rendered":"<p>fonte: <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2022\/04\/por-que-mesmo-casos-leves-de-covid-aumentam-o-risco-de-diabetes.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">BBC Brasil<\/a><\/p>\n<p>Para Eur\u00edpedes Donizeti Donzeli, 66 anos, a\u00a0Covid\u00a0veio em dose dupla: em fevereiro de 2021, ele foi diagnosticado pela primeira vez com a doen\u00e7a. Dez meses depois, um\u00a0novo teste\u00a0confirmou que\u00a0estava com coronav\u00edrus de novo.<\/p>\n<p>&#8220;Nas duas situa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o tive sintoma nenhum. No primeiro epis\u00f3dio, s\u00f3 fiz o exame porque minha esposa estava com febre. No segundo, participei de uma confraterniza\u00e7\u00e3o de fim de ano e descobri que algumas pessoas presentes tinham testado positivo&#8221;, relata o morador de Franca, no interior paulista.<\/p>\n<p>Mas as surpresas n\u00e3o pararam por a\u00ed: ap\u00f3s recuperar-se do segundo quadro de Covid, Donzeli foi orientado pelo m\u00e9dico a fazer alguns exames de rotina, o popular check-up. &#8220;Foi a\u00ed que descobri que minha glicose estava em 146 e fui diagnosticado com diabetes na sequ\u00eancia&#8221;, conta.<\/p>\n<p>Idealmente, a glicose deve ficar abaixo de 100 miligramas por decilitro (mg\/dl) de sangue quando a pessoa est\u00e1 em jejum.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o tinha\u00a0hist\u00f3rico de diabetes da fam\u00edlia\u00a0e n\u00e3o esperava por essa agora&#8221;, continua.<\/p>\n<p>E olha que a hist\u00f3ria de Donzeli est\u00e1 longe de ser uma raridade: pesquisas realizadas nos \u00faltimos meses apontam que os m\u00e9dicos endocrinologistas devem acrescentar a\u00a0Covid-19\u00a0como um novo fator de risco para o diabetes.<\/p>\n<p>O \u00faltimo estudo a comprovar uma liga\u00e7\u00e3o entre a infec\u00e7\u00e3o pelo coronav\u00edrus e o desenvolvimento posterior dessa doen\u00e7a, marcada pelo descontrole das taxas de glicose, foi publicado recentemente no peri\u00f3dico especializado The Lancet Diabetes &amp; Endocrinology.<\/p>\n<p>Nele, cientistas do Centro de Epidemiologia Cl\u00ednica do Sistema de Sa\u00fade de St. Louis e da Universidade Washington, nos Estados Unidos, compararam os dados de 181 mil indiv\u00edduos que tiveram Covid entre mar\u00e7o de 2020 e setembro de 2021 com os de 8 milh\u00f5es de pessoas que n\u00e3o se infectaram com o coronav\u00edrus nesse mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<div>\n<div class=\"c-list c-list--widget rs_skip\">\n<div class=\"c-list__head\">\n<h2 class=\"c-list__title\">SAIBA MAIS SOBRE H\u00c1BITOS SAUD\u00c1VEL<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>O diferencial dessa investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 que os pesquisadores j\u00e1 tinham compilado as informa\u00e7\u00f5es de sa\u00fade de todos esses participantes entre 2018 e 2019, antes de a pandemia come\u00e7ar. Na pr\u00e1tica, isso permitiu estimar quantos casos de diabetes eram esperados a cada nova temporada \u2014e como a\u00a0Covid-19\u00a0influenciou esse cen\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em resumo, os resultados mostram um aumento de 40% no risco de diabetes entre aqueles que foram infectados pelo coronav\u00edrus. De cada 100 participantes que pegaram Covid, dois tiveram a enfermidade endocrinol\u00f3gica logo na sequ\u00eancia.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico Ziyad Al-Aly, autor principal da pesquisa, diz que se surpreendeu ao notar que esse risco foi observado mesmo nas pessoas que n\u00e3o tinham outros fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes, como obesidade, doen\u00e7as cardiovasculares ou hist\u00f3rico familiar.<\/p>\n<p>&#8220;Outra coisa que n\u00e3o esper\u00e1vamos \u00e9 que a doen\u00e7a pode aparecer at\u00e9 mesmo nos pacientes com casos assintom\u00e1ticos ou leves de Covid-19&#8221;, conta \u00e0 BBC News Brasil.<\/p>\n<p>Vale destacar que, no estudo em quest\u00e3o, o risco de ter diabetes foi maior nos quadros mais graves de infec\u00e7\u00e3o, mas essa rela\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi observada em indiv\u00edduos que pegaram o coronav\u00edrus e n\u00e3o desenvolveram inc\u00f4modos t\u00e3o s\u00e9rios.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica Hermelinda Pedrosa, ex-presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que n\u00e3o participou do estudo americano, avalia que os resultados obtidos s\u00e3o mesmo suficientes para encarar a\u00a0Covid-19\u00a0como fator de risco adicional para o diabetes.<\/p>\n<p>&#8220;Esses dados v\u00eam de um trabalho muito bem feito, com uma metodologia robusta e uma compara\u00e7\u00e3o que levou em conta o hist\u00f3rico pr\u00e9-pandemia e o diagn\u00f3stico de Covid&#8221;, elogia.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas que tiveram Covid devem ficar atentas e eventualmente at\u00e9 passar por uma avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, especialmente se j\u00e1 apresentam obesidade, hipertens\u00e3o, colesterol alto, doen\u00e7as cardiovasculares ou tem hist\u00f3rico familiar de diabetes&#8221;, orienta a endocrinologista, que tamb\u00e9m coordena um dos polos de pesquisa do Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal.<\/p>\n<h3 id=\"muitas-suspeitas-poucas-definicoes\" class=\"c-news__subtitle\">MUITAS SUSPEITAS, POUCAS DEFINI\u00c7\u00d5ES<\/h3>\n<p>Antes de mais nada, \u00e9 preciso deixar bem claro que esses estudos que relacionam Covid e diabetes s\u00e3o observacionais e n\u00e3o permitem estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito.<\/p>\n<p>Traduzindo: o que essas pesquisas fazem \u00e9 conferir o que aconteceu com um determinado grupo de pessoas ap\u00f3s um evento ou uma interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico desta pesquisa americana, o objetivo foi verificar se existia e qual era o risco de diabetes ap\u00f3s a Covid.<\/p>\n<p>Mesmo confirmando que h\u00e1 algo que liga os dois fen\u00f4menos, esse modelo n\u00e3o \u00e9 capaz de explicar os mecanismos por tr\u00e1s dessa rela\u00e7\u00e3o. Portanto, tudo que voc\u00ea vai ler nos pr\u00f3ximos par\u00e1grafos deve ser encarado com uma possibilidade, que ainda carece de mais evid\u00eancias cient\u00edficas.<\/p>\n<p>&#8220;Existe uma s\u00e9rie de hip\u00f3teses para explicar esse maior risco, incluindo a persist\u00eancia do coronav\u00edrus no organismo, que pode provocar uma inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica por tr\u00e1s da diminui\u00e7\u00e3o da sensibilidade \u00e0 insulina&#8221;, sugere Al-Aly.<\/p>\n<p>A\u00a0insulina, citada pelo m\u00e9dico, \u00e9 o horm\u00f4nio produzido pelo p\u00e2ncreas que tem uma fun\u00e7\u00e3o primordial para o funcionamento do nosso corpo: permitir que a glicose (um tipo de a\u00e7\u00facar, obtido atrav\u00e9s da alimenta\u00e7\u00e3o) entre em cada c\u00e9lula do organismo, onde ela ser\u00e1 utilizada como fonte de energia.<\/p>\n<p>Se h\u00e1 algum problema no funcionamento do p\u00e2ncreas, ou se a insulina deixa de funcionar como o esperado, a tal da glicose fica &#8220;encalhada&#8221; no sangue. Esse desequil\u00edbrio nas quantidades de a\u00e7\u00facar na circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea causa uma s\u00e9rie de problemas de sa\u00fade. Falamos aqui de um quadro cl\u00e1ssico de diabetes.<\/p>\n<p>O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Universidade de S\u00e3o Paulo de Ribeir\u00e3o Preto, chama a aten\u00e7\u00e3o para outras poss\u00edveis explica\u00e7\u00f5es do prov\u00e1vel v\u00ednculo entre\u00a0Covid\u00a0e diabetes.<\/p>\n<p>&#8220;Al\u00e9m da pr\u00f3pria inflama\u00e7\u00e3o da Covid levar a um aumento da resist\u00eancia \u00e0 insulina, o tratamento dos casos graves da infec\u00e7\u00e3o envolve o uso de corticoides, medicamentos anti-inflamat\u00f3rios que aumentam o risco de diabetes&#8221;, lembra.<\/p>\n<p>&#8220;Existe tamb\u00e9m uma possibilidade de o coronav\u00edrus agredir diretamente o p\u00e2ncreas, mas isso ainda n\u00e3o passa de uma especula\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Por mais que o mecanismo exato ainda n\u00e3o seja conhecido, sabemos muito bem que o Sars-CoV-2, o causador da Covid, est\u00e1 longe de ser um v\u00edrus que afeta apenas o sistema respirat\u00f3rio&#8221;, completa o especialista.<\/p>\n<p>A endocrinologista Denise Franco, que integra a diretoria da Sociedade Brasileira de Diabetes, avalia que a infec\u00e7\u00e3o pelo coronav\u00edrus funcionaria como uma esp\u00e9cie de &#8220;gota d&#8217;\u00e1gua&#8221;, o \u00faltimo elemento que faltava para a resist\u00eancia \u00e0 insulina dar as caras.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 como se o paciente j\u00e1 reunisse uma s\u00e9rie de fatores de risco para diabetes, como sobrepeso, obesidade e sedentarismo, entre outros, e o quadro inflamat\u00f3rio da Covid funcionasse como gatilho final para o desenvolvimento da doen\u00e7a&#8221;, interpreta.<\/p>\n<h3 id=\"entao-o-que-fazer\" class=\"c-news__subtitle\">ENT\u00c3O, O QUE FAZER?<\/h3>\n<p>Enquanto a ci\u00eancia avan\u00e7a e tenta compreender os detalhes dessa rela\u00e7\u00e3o inusitada, os m\u00e9dicos j\u00e1 possuem algumas recomenda\u00e7\u00f5es para aquelas pessoas que tiveram Covid e est\u00e3o preocupadas com o balan\u00e7o da glicose.<\/p>\n<p>O primeiro, claro, \u00e9 buscar uma avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e conferir se h\u00e1 necessidade de realizar exames para diagnosticar (ou descartar) o diabetes.<\/p>\n<p>&#8220;Em suma, \u00e9 poss\u00edvel\u00a0medir a glicemia\u00a0em jejum, a hemoglobina glicada ou fazer o teste oral de toler\u00e2ncia \u00e0 glicose&#8221;, lista Couri.<\/p>\n<p>&#8220;Falamos de exames simples e de f\u00e1cil acesso&#8221;, complementa o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o existe uma orienta\u00e7\u00e3o clara se todo mundo que teve Covid precisa realmente passar por um\u00a0<em>check-up<\/em>\u00a0do tipo, mas os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil opinam que ao menos quem j\u00e1 apresenta outros fatores de risco deveria fazer esses testes. Isso inclui pacientes com hist\u00f3rico de diabetes na fam\u00edlia, idosos, indiv\u00edduos obesos ou com sobrepeso, hipertensos e portadores de outras doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n<p>&#8220;Pessoas com pr\u00e9-diabetes, quando a glicemia fica entre 100 e 125 mg\/dl, tamb\u00e9m devem ficar atentas&#8221;, acrescenta Pedrosa.<\/p>\n<p>Vale lembrar aqui que o diabetes \u00e9 uma doen\u00e7a silenciosa, em que os sintomas t\u00edpicos (sede excessiva, muita vontade de fazer xixi, perda de peso&#8230;) s\u00e3o muito sutis ou s\u00f3 d\u00e3o as caras numa fase mais avan\u00e7ada.<\/p>\n<p>Se o diagn\u00f3stico for confirmado, o tratamento do diabetes segue o que os endocrinologistas costumam prescrever para os casos em que n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o com Covid.<\/p>\n<p>&#8220;Cabe a cada profissional identificar se \u00e9 diabetes do tipo 1 ou 2 e indicar as terapias para controlar o quadro&#8221;, informa Couri.<\/p>\n<p>O diabetes tipo 1 \u00e9 uma doen\u00e7a autoimune, em que c\u00e9lulas do pr\u00f3prio corpo atacam o p\u00e2ncreas, que sofre para fabricar a insulina.<\/p>\n<p>J\u00e1 o tipo 2 come\u00e7a com a resist\u00eancia \u00e0 insulina: o horm\u00f4nio est\u00e1 l\u00e1, mas n\u00e3o consegue mais botar a glicose para dentro das c\u00e9lulas. Conforme o quadro progride, pode haver tamb\u00e9m uma exaust\u00e3o do pr\u00f3prio p\u00e2ncreas.<\/p>\n<p>Para fechar, h\u00e1 um \u00faltimo mist\u00e9rio que ronda a\u00a0rela\u00e7\u00e3o entre Covid\u00a0e diabetes. Ser\u00e1 que, nesses casos mais recentes, o descontrole das taxas de glicemia \u00e9 transit\u00f3rio e se resolver\u00e1 naturalmente passado algum tempo? Ou os pacientes conviver\u00e3o com esse problema pelo resto da vida?<\/p>\n<p>&#8220;A resposta mais honesta que podemos dar agora \u00e9 que simplesmente n\u00e3o sabemos&#8221;, responde Couri.<\/p>\n<p>&#8220;Prefiro aguardar os estudos de longo prazo para entender se esse quadro de diabetes \u00e9 uma sequela transit\u00f3ria ou se foi antecipada pela Covid e veio para ficar&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Al-Aly destaca que a pesquisa dele apresenta algumas limita\u00e7\u00f5es, como o fato de incluir apenas veteranos de guerra dos EUA e fazer um acompanhamento limitado de doze meses. &#8220;Ainda n\u00e3o temos uma compreens\u00e3o completa do que pode acontecer passado um ano [ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o da Covid]&#8221;, pondera.<\/p>\n<p>&#8220;Tamb\u00e9m precisamos entender qual o efeito que a vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid pode ter nessas manifesta\u00e7\u00f5es de longo prazo do p\u00f3s-Covid&#8221;, diz.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 justamente isso que estamos fazendo agora: conferir o impacto dos imunizantes nesse cen\u00e1rio, acompanhar os pacientes por dois anos ou mais e entender o tipo de diabetes que est\u00e1 acometendo esses indiv\u00edduos e as melhores maneiras de trat\u00e1-los&#8221;, conclui o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>De acordo com a Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Diabetes, aproximadamente 537 milh\u00f5es de adultos t\u00eam a doen\u00e7a no mundo, n\u00famero que deve aumentar para 643 milh\u00f5es em 2030 e saltar para 783 milh\u00f5es em 2045.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: BBC Brasil Para Eur\u00edpedes Donizeti Donzeli, 66 anos, a\u00a0Covid\u00a0veio em dose dupla: em fevereiro de 2021, ele foi diagnosticado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13305,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-14431","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14431","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14431"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14431\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14433,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14431\/revisions\/14433"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13305"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14431"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14431"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14431"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}