{"id":10468,"date":"2020-08-03T11:23:00","date_gmt":"2020-08-03T11:23:00","guid":{"rendered":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/?p=10468"},"modified":"2020-08-03T11:23:00","modified_gmt":"2020-08-03T11:23:00","slug":"casos-de-hepatites-registram-queda-no-brasil-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socgastro.org.br\/novo\/2020\/08\/casos-de-hepatites-registram-queda-no-brasil-em-2019\/","title":{"rendered":"Casos de hepatites registram queda no Brasil em 2019"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<p>Os casos de hepatites ca\u00edram no Brasil em 2019, confirmando uma tend\u00eancia de queda nos \u00faltimos anos. Contudo, o pa\u00eds ainda deve atuar para alcan\u00e7ar a meta de reduzir em at\u00e9 90% os casos da doen\u00e7a e em 65% as mortes associadas a ela at\u00e9 2030, conforme compromisso firmado no Plano Estrat\u00e9gico Global das Hepatites Virais.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1312422&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1312422&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade apresentou o boletim epidemiol\u00f3gico sobre hepatites.<\/p>\n<p>Os casos de tipo B somaram 13.971 em 2019, uma queda frente aos 14.686 do ano anterior. Os \u00f3bitos oscilaram para cima, indo de 414 (2017) para 424 (2018). Na distribui\u00e7\u00e3o regional, o Sul foi o que registrou o maior n\u00famero de pessoas com a doen\u00e7a (4.529), seguido por Sudeste (3.867), Norte (2.471), Nordeste (2.021) e Centro-Oeste (1.081).<\/p>\n<p>Mais homens (7.938) do que mulheres (6.028) foram atingidos pela enfermidade. No recorte por cor e ra\u00e7a, ela foi mais comum em pardos (5.637) e brancos (5.420), tendo ainda ocorr\u00eancias em pretos (1.399), amarelos (177) e ind\u00edgenas (125). A principal forma de cont\u00e1gio foi por via sexual (20,4%).<\/p>\n<p><strong>Hepatite C<\/strong><\/p>\n<p>Os casos de hepatite C tamb\u00e9m sofreram redu\u00e7\u00e3o de 2018 para 2019, de 27.773 para 22.747. As mortes em fun\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a tamb\u00e9m ca\u00edram, de 1.720 em 2017 para 1.574 em 2018. No ano passado, a preval\u00eancia em termos territoriais foi no Sudeste (11.666), seguido por Sul (7.168), Nordeste (1.869), Norte (1.075) e Centro-Oeste (959).<\/p>\n<p>Assim como nas demais hepatites, a ocorr\u00eancia foi maior em homens (12.735) do que em mulheres (9.996). No recorte por cor e ra\u00e7a, a incid\u00eancia foi maior em brancos (11.407) do que nos demais: pardos (6.641), pretos (2.008), amarelos (223) e ind\u00edgenas (46). A principal causa foi o uso de drogas (12,1%), seguido da transfus\u00e3o de sangue (10,3%) e rela\u00e7\u00e3o sexual (8,9%).<\/p>\n<p><strong>Hepatite A<\/strong><\/p>\n<p>Os casos registrados de hepatite A tiveram redu\u00e7\u00e3o de 2.188 para 891, de 2018 para 2019. J\u00e1 o quantitativo de mortes mais atualizado \u00e9 referente a 2018, quando faleceram 28 brasileiros em fun\u00e7\u00e3o da enfermidade, n\u00famero maior do que os 22 que padeceram do mesmo mal em 2017.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o com a maior quantidade de pessoas com a doen\u00e7a, no ano passado, foi a Sudeste (457), seguida por Norte (151), Sul (135), Nordeste (94) e Centro-Oeste (54). No recorte de g\u00eanero, a doen\u00e7a atingiu mais homens (540) do que mulheres (351). J\u00e1 na distribui\u00e7\u00e3o por cor e ra\u00e7a, os casos foram registrados principalmente em brancos (353) e pardos (326), seguidos de pretos (55), amarelos (14) e ind\u00edgenas (2).<\/p>\n<p><strong>Hepatite D<\/strong><\/p>\n<p>A hepatite D tem menos casos que as demais e oscilou para cima em 2019, indo de 151 (em 2018) para 164. A preval\u00eancia da doen\u00e7a foi sobretudo na Regi\u00e3o Norte (104), mas menor nas demais regi\u00f5es: Sudeste (26), Sul (19), Nordeste (10) e Centro-Oeste (5). Como nas demais, a ocorr\u00eancia foi maior em homens (110) do que em mulheres (54).<\/p>\n<p><strong>Medidas<\/strong><\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade, Arnaldo de Medeiros, afirmou que a pasta \u201czerou\u201d a fila de tratamento para hepatites virais. O termo \u00e9 empregado quando se atinge um determinado n\u00famero de tratamentos anuais considerado adequado.<\/p>\n<p>Ele acrescentou que foi feito um preg\u00e3o para mais de 50 mil tratamentos, o que garante o abastecimento da rede de sa\u00fade at\u00e9 2021. Para hepatite B, o estoque de medicamentos estaria garantido at\u00e9 o 1\u00ba trimestre do ano que vem.<\/p>\n<p>\u201cOs medicamentos passaram a ser enviados mensalmente, antes era a cada tr\u00eas meses. Fizemos isso pra garantir maior agilidade no atendimento. Consequentemente isso tamb\u00e9m garante maior controle dos estoques e diminui a chance do desabastecimento na ponta. O minist\u00e9rio envia 20% a mais do que consumo de cada estado\u201d, declarou Medeiros.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio lembrou que h\u00e1 um compromisso de redu\u00e7\u00e3o de 90% at\u00e9 2030. &#8220;Esta meta ser\u00e1 alcan\u00e7ada com esfor\u00e7o cont\u00ednuo do SUS [Sistema \u00danico de Sa\u00fade], dos nossos profissionais, da nossa cobertura vacinal, da nossa disponibiliza\u00e7\u00e3o dos tratamentos adequados&#8221;, refor\u00e7ou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Ag\u00eancia Brasil Os casos de hepatites ca\u00edram no Brasil em 2019, confirmando uma tend\u00eancia de queda nos \u00faltimos anos. 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